A Appego quer monitorar por GPS o que mais importa aos usuários

- 1 de fevereiro de 2016
APPEGO

Nome:
APPEGO.

O que faz:
A startup cirou uma solução tecnológica para monitorar o que o consumidor mais tem de valioso, de um objeto a um animal de extimação. Por um dispositivo e uma plataforma web ou app, o usuário pode checar a localização do que quiser.

Que problema resolve:
A empresa aposta no que os sócios chamam de “segmento de cuidado”. O principal intuito é dar mais liberdade para quem ou o que é monitorado, e mais tranquilidade para quem está monitorando.

O que a torna especial:
A multifuncionalidade do dispositivo. O produto foi criado com o objetivo de se adaptar de maneira inteligente ao perfil de uso selecionado para ele. Por exemplo, há uma função que envia ao usuário informações em tempo real com alertas pelo aplicativo e SMS.

Modelo de negócio:
O Grupo C&M Executive, que detém a startup, comercializa o dispositivo de GPS e diferentes suportes e cobra uma mensalidade do consumidor. Existem dois planos mensais: o anual, de 69,90 reais, e o bianual, de 79,90 reais.

Fundação:
Agosto de 2014.

Sócios:
Emerson Carrijo – CEO
Marcelo Akabane – CPO
Leandro Motta – COO

Perfil dos fundadores:

Marcelo Akabane – 36 anos, São Paulo (SP) – formado em Administrção de Empresas pelo Mackenzie. Foi gerente de Projetos da Linde Gas, sócio-proprietário da T2O Technology to Outsourcing, gerente de Marketing & Comunicação do Tabatinga Hotel e consultor de Negócios da Associação dos Lojistas dos Jardins.

Emerson Junqueira Carrijo – 31 anos, Ibiraci (MG) – cursou Publicidade e é músico profissional formado em voz e violão. Tem 13 anos de experiência atuando no setor de telecomunicações, com especialidade em clientes key-accounts. Foi industriário do setor calçadista feminino na cidade de Franca (SP)

Leandro Ferraz Simonetti Motta – 30 anos, São José do Rio Preto (SP) – formado em Desenho Industrial pelo Mackenzie. Foi vendedor técnico da SolidWorks no Brasil e tem 10 anos de experiência no mercado de Telecom.

Como surgiu:
Todos os sócios tinham um vontade em comum: expandir dos negócios do Grupo C&M, onde trabalham juntos, no setor de telecomunicação. O próximo passo foi criar um serviço B2C, e foi assim que eles desenvolveram o projeto Appego, pensando no consumidor que precisa de um monitoramento em diferentes plataformas.

Estágio atual:
A empresa tem um escritório físico em São Paulo, que centraliza o marketing e o controle operacional. O SAC e o controle de qualidade ficam em um escritório fixo em Franca.

Aceleração:
Buscam.

Investimento recebido:
O Grupo C&M investiu 2,5 milhões de reais na startup.

Necessidade de investimento:
Os sócios calculam que um novo de investimento de 10 milhões de reais – com foco em expansão de produtos, novas tecnologias e nacionalização da produção – seja necessário.

Mercado e concorrentes:
“Vemos um crescimento constante no desenvolvimento de produtos tecnológicos voltados para cuidados, principalmente de animais de estimação e seres humanos. Mas os gadgets que vemos no mercado são obsoletos”, diz o CEO Emerson. No Brasil, a Autotrac também comercializa rastreadores, porém com sistemas e preços diferentes.

Maiores desafios:
Criar uma cultura de consumo para o dispositivo. “Nos EUA, por exemplo, o uso de dispositivos de monitoramento é muito amplo e difundido. O grande desafio está em ensinar o que nossa solução oferece ao consumidor”, diz Emerson.

Faturamento:
Não informado.

Previsão de break-even: 
Em 36 meses.

Visão de futuro:
Se tornar referência em monitoramento de pessoas, animais e objetos e expandir o negócio para o B2B. Além de oferecer outros serviços que possam ajudar a rotina doméstica, para fomentar novos negócios no segmento de Internet das Coisas.

Onde encontrar:
Site
Contato

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