A Astro quer ser uma plataforma para quem procura ou oferece aulas de música

- 8 de março de 2017
astro

Nome:
Astro.

O que faz:
É uma plataforma digital que visa promover a educação musical online.

Que problema resolve:
Para alunos, a Astro serve como um guia para encontrar aulas de música confiáveis por um bom custo-benefício. Do lado dos professores, a plataforma os ajuda a atingir novos alunos e monetizar seu tempo. Por último, os estúdios também podem usá-la como uma nova forma de atingir novo público e aproveitar melhor sua capacidade ociosa.

O que a torna especial:
Segundo os sócios, o diferencial da Astro que ela ajuda a modificar a visão acerca do profissional de música, que geralmente recebem pouco apoio para investir em suas carreiras. A ideia dos sócios é criar uma espécie de rede dentro do site, além de oferecer aulas em videoconferência e opções de pagamento online.

Modelo de negócio:
A empresa vai cobrar uma comissão sobre as aulas e pacotes de aulas, bem como dos serviços dos estúdios. Os sócios também consideram criar uma rede social dentro da plataforma com modalidade Freemium, além de oferecer publicidade nichada e parcerias com empresas do setor musical.

Fundação:
Janeiro de 2017.

Sócios:
Patricia Torato – CEO
Fernando Maio – CTO
Mariana Martins – Head de Conteúdo e Relacionamento
André Almeida – Head de Relacionamentos Estratégicos

Perfil dos fundadores:

Patricia Torato – 31 anos, São Paulo (SP) – formada em Relações Internacionais, especialista em Finanças e possui MBA em Gestão Estratégica de Negócios pela FIAP. Possui 12 anos de experiência em gestão estratégica empresarial, análise de mercados e relações com clientes e fornecedores em diversos países.

Fernando Maio – 30 anos, São Paulo (SP) – formado em Análise e Desenvolvimento de Sistemas pelo Instituto Federal de São Paulo. Trabalha com programação há mais de 6 anos. Já desenvolveu sistemas pra grandes empresas nacionais e multinacionais, atuando em todas as etapas do processo, desde a arquitetura até a entrega final.

André Almeida – 30 anos, São Paulo (SP) – é tecnólogo em Design Gráfico e digital. Trabalha há mais de cinco anos com produção gráfica, responsável pelo acompanhamento de projetos impressos durante todo o processo de desenvolvimento.

Mariana Martins – 32 anos, São Paulo (SP) – formado em Design de Produto na Belas Artes de São Paulo e técnica em Design Gráfico e MBA em Marketing. Possui sete anos de experiência na área de marketing como designer gráfico.

Como surgiu:
A partir de uma experiência pessoal dos fundadores, segundo Patricia. A CEO conta que estava procurando aulas de teclado online e percebeu que as soluções já existentes não atendiam completamente todas as suas necessidades. Em determinado momento, notou que havia espaço nesse nicho de mercado e, junto dos outros fundadores conceberam o Astro pensando em facilitar a conexão e dar autonomia a vários stakeholders do meio musical.

Estágio atual:
A startup opera com quatro sócios e de forma remota em São Paulo. Um protótipo foi avaliado por alguns clientes e através de seus feedbacks, decidimos reconstruir a nossa plataforma e lançar uma versão atualizada nos próximos meses. Até agora, há um site no ar para cadastro de lista de espera. “Planejamos alcançar todo o Brasil em 12 meses, a América Latina em 20 meses e ser global nos próximos 30 meses”, conta a CEO.

Aceleração:
Ainda não teve.

Investimento recebido:
Os sócios investiram recursos próprios até o momento. O valor não foi informado.

Necessidade de investimento:
O investimento previsto para implantação desse plano de negócios, consi­derando-se apenas o mercado brasileiro, é de 500 mil reais.

Mercado e concorrentes:
“Apesar das mudanças que a indústria fonográfica vem passando já há alguns anos, esse mercado ainda é capaz de movimentar 15 bilhões de dólares no mundo todo, conforme aponta o estudo anual da organização suíça IFPI. Mas faltam produtos simples e eficazes. A proposta do Astro é ocupar esse espaço”, diz Patricia. Ela conta que há muitas opções de aulas de música gratuitas na internet, mas que a maioria das plataformas são amadoras. Seus concorrentes diretos são o Youtube, Music Dot, Mais que musica, Take Lessons, Weeazy, MusikaLessons, Meet & Jam, Ensaio Legal, Fleeber e iMusics.

Maiores desafios:
Segundo os fundadores, os desafios são: ajudar o público alvo a se acostumar com serviços online, superar os métodos informais que os músicos utilizam hoje para se desenvolver, criar uma ferramenta adequada para medir a qualidade das aulas, dos professores e dos estúdios, encontrar os canais eficazes para atingir mais clientes, enfrentar a concorrência capilarizada e conseguir investimento.

Faturamento:
Ainda não fatura.

Previsão de break-even:
Em menos de dois anos.

Visão de futuro:
“Ser o portal musical mais inovador do país, além de fomentar a educação e a cultura”, de acordo com Patricia.

Onde encontrar:
Site
Contato

 

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