A doebem quer conectar gente disposta a ajudar com organizações sociais confiáveis

- 14 de julho de 2017
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Nome:
doebem.

O que faz:
É uma plataforma que conecta doadores com organizações sem fins lucrativos.

Que problema resolve:
A ideia é ajudar as pessoas a encontrarem instituições confiáveis para doar.

O que a torna especial:
A doebem realiza a curadoria das ONGs de sua plataforma através de critérios de gestão, transparência e impacto, incentivando uma doação consciente.

Modelo de negócio:
A startup cobra 10% do valor doado (opcional para doadores pessoa física e obrigatório para empresas).

Fundação:
Fevereiro de 2017.

Sócios:
Elisa Mansur — Marketing e Parcerias
Guilherme Samora — Tecnologia e Pesquisa

Perfil dos fundadores:

Elisa Mansur — 25 anos, Rio de Janeiro (RJ) — é formada em Administração pela PUC. Trabalhou na Adidas, Andrade Gutierrez e Draper University.

Guilherme Samora — 26 anos, São Paulo (SP) — é formado em Administração pelo Mackenzie e tem passagens por empresas como a Volkswagen, Vivo e Rocket Internet.

Como surgiu:
Os fundadores se conheceram em um curso de verão na universidade de Stanford, na Califórnia, e iniciaram uma conversa sobre a criação de um negócio de impacto no Brasil.

Estágio atual:
A doebem conseguiu avaliar duas organizações, a Saúde Criança e a Renovatio, que já receberam as primeiras doações.

Aceleração:
Não teve.

Investimento recebido:
Foram investidos 2 mil reais pelos próprios fundadores.

Necessidade de investimento:
Os sócios querem captar 100 mil reais no segundo semestre deste ano para estruturar pesquisas e desenvolver tecnologias no setor de doação e ajuda humanitária.

Mercado e concorrentes:
“Hoje, apenas 0,2% do PIB do Brasil vai para doações, enquanto nos Estados Unidos, esse índice chega a 2%”, diz a empreendedora, que aponta a falta de confiança nas organizações como motivo para o mau desempenho. Os concorrentes são a Doare e a Arredondar e plataformas de crowdfunding social.

Maiores desafios:
“Comunicar de forma efetiva o conceito de ajuda eficiente e doação consciente, que realmente trará impacto significativo, comprovado por pesquisas e estudos científicos”, afirma a fundadora.

Faturamento:
Não informado.

Previsão de break-even:
Maio de 2017.

Visão de futuro:
“A longo prazo, além da expansão para outros países da América Latina, estudamos o seu funcionamento na estrutura do blockchain, proporcionando ao processo uma transparência e confiança nunca antes experimentadas entre quem ajuda e quem está sendo ajudado”, diz Elisa.

Onde encontrar:
Site
Contato

 

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