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A EcoCycle quer ajudar empresas a reduzir custos de resíduos e lucrar com a reciclagem

- 31 de março de 2017
ecocycle

Nome:
EcoCycle.

O que faz:
É uma plataforma web de soluções e inovação em resíduos que conecta geradores e recicladores, para ajudar empresas a reduzirem custos e lucrarem com a reciclagem.

Que problema resolve:
“Hoje, no Brasil, apenas 6% dos resíduos são reciclados e o restante deste material vai parar em aterros e lixões. Isso se deve ao fato de empresas e indústrias não terem conhecimento de que a reciclagem vale a pena ou tempo em sua rotina na empresa par buscar as melhores oportunidades para os seus resíduos”, diz o co-fundador Gustavo Sanches.

O que a torna especial:
A solução busca manter os resíduos fora dos aterros e ajuda empresas, indústrias e cooperativas a economizarem dinheiro e ainda lucrar com a reciclagem.

Modelo de negócio:
A empresa cobra um percentual de 7% sobre cada transação. O usuário somente paga esse valor se a transação for efetuada.

Fundação:
Maio de 2016.

Sócios:
Gustavo Garcia Sanches – Diretor de operações
Eduardo Issberner Panachão – Diretor comercial
Laila Pacheco Menechino – Coordenação da comunicação e marketing digital

Perfil dos fundadores:

Eduardo Issberner Panachão – 36 anos, São Paulo (SP) – formado em Ciências Biológicas, especialista e mestre. Apaixonado por meio ambiente e por empreender. Na faculdade, elaborou o Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos do Restaurante Universitário. Atua em consultoria ambiental para empresas como Petrobras, Duke Energy, Odebrecht, Viracopos, Galeão e Tortuga. Coordena projetos pela ONG MAE, com parceiros como GEF, KFW, MMA e a Fundação Grupo O Boticário.

Gustavo Garcia Sanches – 29 anos, Londrina (PR) – formado em Gestão Ambiental com experiência na área de consultoria ambiental, administração de empresas e gestão estratégica. Atuou como consultor ambiental para grandes empresas e no terceiro setor.

Laila Pacheco Menechino – 31 anos, Londrina (PR) – formada em Comunicação Social e em Direito. Atua há 10 anos na área ambiental e há sete com consultoria ambiental, onde adquiriu experiência específica com gerenciamento de resíduos sólidos, desde a implantação de sistemas municipais de coleta seletiva a implantação de PGRS em grandes empresas.

Como surgiu:
“Conhecemos o mercado de gestão de resíduos e reciclagem, então observamos a quantidade de material reciclável e reaproveitável que é desperdiçada e descartada de forma incorreta em aterros e lixões”, conta Gustavo. Por outro lado, ele diz que sabe o tamanho do mercado de reciclagem e seu potencial de crescimento. “O que falta são informações sistematizadas em um único lugar para que geradores de resíduos e as indústrias recicladoras se encontrem sem a necessidade de ficar refém de atravessadores e do mercado clandestino de reciclagem”.

Estágio atual:
Atualmente a empresa opera com os três sócios e um programador. Há 45 usuários cadastrados e o escritório da empresa fica em Londrina (PR).

Aceleração:
Não teve.

Investimento recebido:
A empresa opera apenas com capital próprio.

Necessidade de investimento:
Os sócios estão em busca de investimento, que será focado na área comercial e desenvolvimento tecnológico.

Mercado e concorrentes:
“O mercado de reciclagem no Brasil movimenta em torno de 22 bilhões de reais ao ano. Ainda assim, perde cerca de mais de 8 bilhões de reais por ano por deixar de reciclar os resíduos que poderiam ter outro fim, mas que são encaminhados aos aterros e lixões das cidades”, diz Gustavo. Ele conta que há um grande player no mercado que é a B2Blue, além de outras plataformas de gestão de resíduos, como a Reverse e a Descarte Legal.

Maiores desafios:
“Quebrar a barreira de confiança com os usuários, demonstrando as facilidades e praticidade de se usar o sistema para o seu processo de venda”, segundo o CEO.

Faturamento:
Não informado.

Previsão de break-even:
Não informada.

Visão de futuro:
“Queremos fazer parte e ajudar no grande desafio de ampliar os índices de reciclagem no país”, diz Gustavo.

Onde encontrar:
Site
Contato

 

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