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A página Mulheres que Inspiram é um espaço para discutir os dilemas profissionais femininos

- 7 de julho de 2015
Priscilla entrevistou 90 mulheres brasileiras que, assim como ela, mudaram radicalmente o rumo de suas carreiras.
Priscilla entrevistou 90 mulheres brasileiras que, assim como ela, mudaram radicalmente o rumo de suas carreiras.

Questões acerca de vocação, projeto de vida e trabalho sempre inquietaram a baiana Priscilla Adduca, de 32 anos. Descobrir o próprio talento e fazer dele seu ganha-pão, além de um propósito, era, para ela, assunto para refletir e compartilhar.

Nascida em Salvador, Priscilla concluiu a faculdade de Direito mas nunca exerceu a profissão. O inglês fluente, proporcionado pelo semestre vivido em Londres, a ajudaria a entrar na área de marketing de uma empresa inglesa instalada na capital baiana. “Eu adorava meu trabalho, mas ao mesmo tempo sempre quis saber como era viver em São Paulo”, conta.

Seu namorado já morava na capital, o que facilitou bastante a mudança, em 2007. Depois da chegada, sem emprego certo, Priscilla montou com uma amiga uma confecção de biquínis, a Bikineria, que perdurou até 2012. Coaching de carreira e cursos de fotografia e design de interiores tentaram preencher suas lacunas profissionais desde o encerramento do negócio. “À medida que não encontrava algo que me realizasse plenamente, me dei conta que não era a única a me sentir assim.”

Prova disso é que, em apenas 9 meses, Priscilla encontrou e entrevistou 90 mulheres brasileiras que em algum momento da vida mudaram radicalmente o rumo de suas carreiras. Esse conteúdo está reunido na página do Facebook Mulheres que Inspiram e no perfil homônimo no Instagram, com quase 15 mil seguidores.

Segundo a criadora do projeto, a ideia é continuar com foco nas mulheres, já que há questionamentos comuns entre elas, como os que envolvem trabalho, independência e maternidade. “Quero me aprofundar em questões do universo feminino”, diz Priscilla. Entre as histórias mais marcantes, ela pontua as de duas jornalistas, uma delas criou uma rede de brigaderias e a segunda, que nunca exerceu a profissão, tornou-se confeiteira e hoje é ilustradora. Mais do que informações sobre faturamento e resultados, os textos buscam expressar o aspecto emocional das histórias.

“Além de envolvimento e paixão pelo novo negócio, a coragem de mudar de direção, independentemente da idade e do que já foi conquistado, é o ponto em comum nas mulheres que entrevistei”, afirma. Priscilla pretende ainda montar um site, o que possibilitaria publicar textos mais longos, e estender a iniciativa ao mundo off line, organizando encontros e palestras.

 

Esta matéria, e muitas outras conversas de marca da Natura, podem ser encontradas na Sala de Bem-Estar, na Rede Natura. Seja bem-vindo! Envie a sua história para a gente. A Natura quer conhecê-la. A Natura quer publicá-la. 

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