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A Pronto Rush é um app de delivery para pequenos negócios em Brasília

- 2 de outubro de 2017
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Nome:
Pronto Rush.

O que faz:
É um aplicativo que conecta negócios locais de Brasília a motoristas para entregas imediatas e sob demanda.

Que problema resolve:
Para os sócios, o app ajuda os estabelecimentos a reduzirem os custos de manter uma frota fixa para realizar entregas. Para os motoboys, é uma fonte de renda.

O que a torna especial:
Segundo os fundadores, a startup não tem taxa mensal de assinatura e promete reduzir o tempo e os custos das entregas em até 50% na comparação com outras empresas. A Pronto Rush também oferece cinco entregas gratuitas para os clientes testarem o serviço.

Modelo de negócio:
A empresa cobra dos estabelecimentos 9 reais a cada oito quilômetros rodados, mais um adicional de 1 real por quilômetro. A startup fica com 25% desse valor e os motoristas com 75%.

Fundação:
Dezembro de 2016.

Sócios:
Felipe Neuwald — CEO
Davi Neves — COO
Olívia Paranayba — Head of Community Relationship

Perfil dos fundadores:

Felipe Neuwald — 31 anos, Porto Alegre (RS) — é formado em Engenharia de Computação pelo Centro Universitário de Brasília. Foi CEO da Zipmesh (delivery de alimentos orgânicos da Califórnia) e da Neuwald Tecnologia da Informação, no Distrito Federal.

Davi Neves — 28 anos, Brasília (DF) — é formado em Administração pela UnB. Foi cofundador da Bioon Ecomercado (loja de orgânicos), da agência de marketing Sensativa e do Zipmesh.

Olívia Paranayba  25 anos, Brasília (DF) — é formada em Pedagogia e Educação pela UnB. Trabalhou no Ministério do Planejamento, na Escola Nacional de Administração Pública e na Faros Educacional.

Como surgiu:
Em novembro de 2016, após Felipe retornar de uma temporada no Vale do Silício, onde fundou uma startup de delivery de orgânicos, ele começou a estudar esse mercado no Brasil. Ao perceber que “o setor era capaz de absorver inovações e não possuía grandes players atuando com governança ou excelência em tecnologia”, ele desenvolveu o projeto da Pronto Rush. O negócio entrou em operação em janeiro deste ano em versão beta, com 700 entregas efetivadas na primeira semana, em Águas Claras, bairro de Brasília.

Estágio atual:
A startup atua apenas na capital federal, onde conta com mais de 100 estabelecimentos parceiros ativos, entre eles, restaurantes, floriculturas e farmácias de manipulação. Outros 250 aguardam em uma fila de espera. Ao todo, 1 200 motoristas estão cadastrados para realizar as entregas. A meta é chegar a outros estados até o final do ano e, em 2018, em países da América Latina.

Aceleração:
A Pronto Rush está participando do programa de aceleração canadense LEAP International.

Investimento recebido:
Não informado.

Necessidade de investimento:
O negócio ainda não busca fundos.

Mercado e concorrentes:
“A Associação de Bares e Restaurantes (Abrasel) estima que o mercado brasileiro faturou 9 bilhões de reais em delivery, em 2015, e esse número cresce 7% ao ano”, diz o CEO. Para ele, seus concorrentes são as empresas terceirizadas (com modelo de cobrança mensal e motoboys fixos) e as startups Loggi e Rapiddo, spin-off do iFood.

Maiores desafios:
“A legislação brasileira ainda não regula os apps que realizam a conexão entre prestadores de serviços e pessoas física ou jurídica”, diz o fundador.

Faturamento:
Não informado.

Previsão de break-even:
Até o final deste semestre.

Visão de futuro:
“Ser o principal aplicativo de entregas locais e sob demanda no Brasil e em países da América Latina, estabelecendo um novo modelo de trabalho para negócios e gerando eficiência e custos reduzidos. Além de oferecer aos entregadores mais renda e autonomia”, afirma Felipe.

Onde encontrar:
Site
Contato

 

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