A Reboque.me tem uma solução sob demanda para quem não tem seguro de carro

- 16 de janeiro de 2017
reboqueme

Nome:
Reboque.me.

O que faz:
É uma solução sob demanda para quem não tem seguro de carro e precisa de serviços pontuais.

Que problema resolve:
A plataforma conecta motoristas com prestadores de serviços credenciados. O motorista faz a solicitação de guincho, troca de pneu, carga em bateria, chaveiro ou combustível e ela localiza o parceiro mais próximo. “Hoje não existe uma forma estruturada para esses motoristas encontrarem ajuda quando o carro enguiça. As soluções partem de pesquisa no Google ou ligações para amigos e parentes, o que não transmite segurança, além do alto custo e muita espera”, diz o CEO, Samuel Ferreira.

O que a torna especial:
O motorista recebe antecipadamente o preço, tempo para chegada, dados pessoais e localização do prestador que irá realizar o atendimento. A startup não cobra mensalidades ou taxas de adesão e o cliente paga apenas se utilizar o serviço.

Modelo de negócio:
O valor de cada solicitação é calculado com base nas distâncias reais entre o cliente e o destino do veículo. A empresa fica com um percentual sobre o valor total da corrida.

Fundação:
Janeiro de 2015.

Sócios:
Samuel Ferreira Freire – CEO
Mauricio Terra Tilhe – Sócio

Perfil dos fundadores:

Samuel Freire – 31 anos, Belo Horizonte (MG) – formado em Ciências da Computação pela FUMEC, possui MBA em Tecnologia da Informação pelo IETEC. Com mais de uma década de experiência, passou por várias áreas da TI, de desenvolvedor de sistemas a gerente de Tecnologia da Informação em uma empresa privada, ligada a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Maurício Tilhe – Rio de Janeiro (RJ)– é mestre em Administração pela Coppead/UFRJ, com extensão na Wharton Business School. Tem mais de 10 anos no mercado segurador, é mentor na incubadora COPPE UFRJ e também fundou a startup iChefs.

Como surgiu:
Samuel conta que ficou surpreso quando descobriu que 70% da frota de veículos no Brasil não possui seguro. A partir daí, ele decidiu entender como esses motoristas fazem quando os veículos enguiçam. “Além de pesquisar soluções existentes, conversei com motoristas que não possuíam seguro e com os guincheiros, e concluí que para nenhuma das pontas existia uma solução estruturada, com tecnologia, geolocalização e que oferecesse segurança em todo processo”, diz.

Estágio atual:
No B2C, a plataforma é gratuita para quem usa o aplicativo. No B2B, a startup oferece um portal de utilização de serviços.

Aceleração:
Ainda não buscaram.

Investimento recebido:
Apenas o investimento realizado pelos sócios-fundadores, não informado.

Necessidade de investimento:
Em 2017, os sócios planejam buscar de investimento. O valor não foi definido.

Mercado e concorrentes:
“Este mercado que movimenta mais de 6 bilhões de reais por ano. Estamos presentes em três estados e possuímos uma grande rede de prestadores onde atuamos”, conta Samuel. Ele diz que não há concorrentes diretos.

Maiores desafios:
“Conhecer a operação de assistência 24h, na ponta, junto aos parceiros. É um mercado pouco conhecido, com baixa tecnologia embarcada, e antiquado” diz o CEO.

Faturamento:
Não informado.

Previsão de break-even:
Em um ano.

Visão de futuro:
Segundo os sócios, o objetivo é “ser a maior plataforma de assistência 24 horas sob demanda para os 50 milhões de veículos não segurados no Brasil”.

Onde encontrar:
Site

 

Você tem uma startup que já é mais do que um sonho mas ainda não é uma empresa totalmente estabelecida? Escreva para a gente. Queremos conhecê-lo. E, quem sabe, publicar um perfil da sua iniciativa aqui na seção Acelerados. Esse espaço é feito para que empreendedores como você encontrem investidores. E para que gente disposta a investir em novos negócios encontrem grandes projetos como o seu.

Mas, se você tem uma ideia e ainda não sabe como estruturá-la em uma estratégia de negócios, escreva para mentoria@projetodraft.com e conheça nosso novo serviço de Mentoria.

Veja também:

Verbete Draft: o que é Insurtech

- 24 de maio de 2017
A Youse é a primeira Insurtech do país: uma startup que usa as novas tecnologias para oferecer agilidade e preços mais baixos ao mercado de seguros.

“Meu mercado estava em crise. Não fiquei parado esperando ele morrer”

- 9 de agosto de 2016
Guilber tem 32 anos. Antes de ser fotógrafo, foi faxineiro, pedreiro, garçom. Hoje ele empreende na Bufalos TV.

Juliano Barata e o case FlatOut. Ou como se tornar um empreendedor de comunicação porque é ou isso ou nada

- 17 de maio de 2016
Juliano Barata, do site FlatOut, tornou-se empreendedor não porque quisesse, mas porque não havia outra alternativa (foto: Fábio Aro).