A TATO é uma exposição de artes plásticas pensada para deficientes visuais

- 15 de março de 2017
tato3

Nome:
TATO: um toque de arte.

O que faz:
Promove exposição de artes plásticas para deficientes visuais, com auxilio das tecnologias de impressão 3D e inteligência artificial.

Que problema resolve:
“Hoje não há uma solução em museus que atenda as habilidades específicas dos deficientes visuais quando este público busca as artes plásticas. A nossa solução se baseia em uma imersão sensorial”, diz o co-fundador Marcelo Pasqua.

O que a torna especial:
A experiência é organizada da seguinte forma: com a impressão 3D, os sócios reproduzem grandes obras da história da arte para que o público possa tatear; o olfato é estimulado com fragrâncias inspiradas pelas obras e, por fim, uma inteligência artificial simula a voz dos autores dessas obras (em português, inglês, espanhol, italiano, francês, japonês e coreano).

Modelo de negócio:
A empresa presta consultoria para museus.

Fundação:
Setembro de 2016.

Sócios:
Marcelo Pasqua – Diretor artístico
Rafael Arevalo – CTO

Perfil dos fundadores:

Marcelo Pasqua – 27 anos, São Paulo (SP) – formado em Arte em Firenze (Itália), com especialização em pintura, escultura e efeitos especiais em Londres. É artista plástico, escultor e pintor. Depois de dois anos na Florence Academy of Art, em Firenze na Itália, se especializou em arte clássica, renascentismo, pintura e escultura. Em 2012, comprou e montou a sua primeira impressora 3D, e transformou seu ateliê em um espaço maker.

Rafael Arevalo – 29 anos, São Paulo (SP) – formado em Publicidade e Marketing pelo Mackenzie. Antes de se dedicar ao projeto da TATO, trabalhou com Marketing na Symrise.

Estágio atual:
O projeto foi aprovado pela Lei Rouanet e está na fase de captação de recursos para fazer uma exposição com 10 grandes obras da história da arte por seis meses. Além disso, para escalar de forma global, em abril será lançado o aplicativo oficial da exposição.

Aceleração:
Os sócios estão em busca.

Investimento recebido:
Nenhum.

Necessidade de investimento:
Os sócios buscam 560 mil reais pela Lei Rouanet.

Mercado e concorrentes:
“Este mercado nunca foi amplamente explorado pois nunca apresentou um volume de negócios que fosse atraente. Porém, com as tecnologias de impressão 3D e inteligência artificial, conseguimos impactar um grande número de visitantes ao redor do mundo”, diz Marcelo. Para ele, há apenas concorrentes indiretos no mercado, como a Unseen Art.

Maiores desafios:
“A captação de recursos”, segundo Marcelo.

Faturamento:
Ainda não fatura.

Previsão de break-even:
Não há previsão.

Visão de futuro:
“O objetivo de 2017 é estar dentro de dos museus mais conhecidos do mundo: MOMA e Louvre”, segundo Marcelo.

Onde encontrar:
Site
Contato

 

Você tem uma startup que já é mais do que um sonho mas ainda não é uma empresa totalmente estabelecida? Escreva para a gente. Queremos conhecê-lo. E, quem sabe, publicar um perfil da sua iniciativa aqui na seção Acelerados. Esse espaço é feito para que empreendedores como você encontrem investidores. E para que gente disposta a investir em novos negócios encontrem grandes projetos como o seu.

Mas, se você tem uma ideia e ainda não sabe como estruturá-la em uma estratégia de negócios, escreva para mentoria@projetodraft.com e conheça nosso novo serviço de Mentoria.

Veja também:

Draft ano 2 – O Ateliê Modestamente Revolucionário cresceu, mas pena para organizar o lado financeiro…

- 16 de setembro de 2016
Teresa não está mais sozinha no Ateliê Modestamente Revolucionário. Acima, a equipe atual: Janaína Camargo, Teresa Sbardellati, Priscila Jung e Beatriz Damasceno. (foto Nega Souza).

O case MIS: como André Sturm inovou para multiplicar por dez o público do museu

- 25 de agosto de 2015
Andre Sturm (foto: Letícia Godoy).

Ela trocou a publicidade pelas artes plásticas – e hoje tem uma fila de encomendas

- 17 de março de 2015
Andrea Tolaini mergulhou num processo de autoconhecimento, descobriu seu verdadeiro talento e decidiu viver de pintar mandalas. (Está dando muito certo!)