“Nada é mais nocivo que o preconceito que a gente não vê, que está no dia a dia, nas pequenas coisas”

- 15 de junho de 2017
Luciana Sato conta como achava que tudo ia bem na sua vida até perceber como o machismo e o preconceito são inconscientes, cruéis. Começou, então, a se mexer, se reencontrar, se reconectar.