SPONSORS:

Conta Coletiva quer descomplicar divisão de despesas

- 19 de outubro de 2015

Nome da empresa:
Conta Coletiva.

O que faz:
É serviço para organizar os mais diversos tipos de contas em grupo de uma forma colaborativa entre os participantes, como em casa, em viagens, gastos entre sócios, consultórios compartilhados, organização de eventos etc. O aplicativo é disponibilizado em Android, iOS e também pelo website.

Que problema resolve:
A proposta do Conta Coletiva é facilitar a divisão de despesas para que todas as pessoas envolvidas na conta consigam visualizar as quantias a pagar. O usuário cadastra os contatos de pessoas com quem costuma compartilhar gastos, cria um evento, inclui as despesas, e depois que a conta é fechada o app indica quem deve pagar quem.

O que o torna especial:
O aplicativo foi desenvolvido para que as informações sejam acessadas através da nuvem. Cada um dos participantes que compartilham acesso à conta é notificado a respeito das atualizações, pode trocar mensagens com os demais e criar regras para organizar o processo. Há também a funcionalidade de indicar o status das dívidas entre os membros da conta.

Modelo de negócio:
O aplicativo está disponível gratuitamente e, em breve, planeja gerar receita através de planos premium, com funcionalidades a serem definidas.

Fundação:
Julho de 2014. O produto final foi lançado em agosto de 2015.

Sócios:
Daniel Chieddi Paschino — Co-fundador
Gabriel Magalhães Stoppini — Co-fundador

Perfil dos fundadores:
Daniel Chieddi Paschino — 33 anos, São Bernardo do Campo (SP) — é formado em Engenharia Mecânica pela FEI e pós graduado em Economia pela FGV-SP. Atuou no mercado financeiro por sete anos principalmente em tesouraria de banco.

Gabriel Magalhães Stoppini — 33 anos, Rio de Janeiro (RJ) — formado em Engenharia Elétrica pela PUC-Rio e possui Mestrado Profissional em Economia e Finanças pela Fundação Getulio Vargas. Trabalhou com estruturação de derivativos financeiros em bancos brasileiros.

Como surgiu:
“Imaginamos um produto que gostaríamos de ter para resolver contas compartilhadas e buscamos inspiração em outros serviços colaborativos como Slack e Evernote”, diz Daniel.

Estágio atual:
Cada sócio trabalha em seu home office, Daniel em São Paulo e Gabriel no Rio de Janeiro. As tarefas administrativas, de marketing, programação e infraestrutura são divididas entre os sócios utilizando ferramentas colaborativas e o próprio Conta Coletiva. Todo o desenvolvimento do projeto, desde o design, arquitetura de navegação, banco de dados e back-end foram também executados pelos fundadores. Os sócios dizem que o serviço tem apresenta um crescimento semanal acima de 10% na base de usuários.

Aceleração:
Não buscam.

Investimento recebido:
Todo desenvolvimento e operação da infra-estrutura são executados pelos sócios e os custos envolvidos foram financiados por capital próprio.

Necessidade de investimento:
Avaliam viabilizar a entrada de um sócio investidor em 2016.

Mercado e concorrentes:
Entre os concorrentes do Conta Coletiva estão o Splitwise e Settle Up.

Maiores desafios:
Os fundadores do aplicativo dizem que desejam difundir o serviço e melhorar a experiência do usuário a cada dia.

Faturamento:
Não informado.

Previsão de break-even:
Não informada.

Visão de futuro:
Os sócios querem tornar o Conta Coletiva uma referência para as pessoas se organizarem e se comunicarem quando o assunto for divisão de despesas.

Onde encontrar:
Site
Contato

Você tem uma startup que já é mais do que um sonho mas ainda não é uma empresa totalmente estabelecida? Escreva para a gente. Queremos conhecê-lo. E, quem sabe, publicar um perfil da sua iniciativa aqui na seção Acelerados. Esse espaço é feito para que empreendedores como você encontrem investidores. E para que gente disposta a investir em novos negócios encontrem grandes projetos como o seu.