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Microbiota: conheça o universo invisível de seres que habitam a sua pele

- 30 de agosto de 2017
Luciana Vasquez, gestora de ciência da Natura, trabalha no laboratório de microbiologia da empresa

Existe, no corpo humano, um microcosmo invisível a olho nu. Uma imensa selva, habitada por milhões de criaturas: a microbiota. Esse ecossistema, composto por bactérias e outros seres em miniatura, está  presente na pele, no cabelo e em todas as partes do corpo humano. Ele é essencial na manutenção de um organismo saudável e até pouco tempo se mantinha um segredo da natureza. Mas agora, graças a pesquisas inovadoras na área, os cientistas começam a desvendar esse universo e entender como seus mecanismos podem ser aproveitados em prol do nosso bem-estar.

“Sabemos que a microbiota é importante pois é capaz de fazer coisas que nosso organismo não consegue, como digerir certas substâncias, produzir vitamina D e regular nossa resposta de imunológica aos estímulos do ambiente”, diz Luciana Vasquez, Gestora de Ciência da Natura.

“Estudos mostram que a microbiota influencia até nos comportamentos mentais, por meio de mecanismos que regulam a produção de neurotransmissores.”

Entre os diferentes locais do organismo humano onde a microbiota está presente, um deles é de especial interesse para a Natura: a pele. Entender os mecanismos da microbiota e as suas funções no organismo humano é de suma importância para a Natura, pois ajuda a empresa a desenvolver produtos mais inteligentes, capazes de interagir com a microbiota de forma que auxilie o corpo a “fazer o seu trabalho”.

Na pele, essa colônia com bilhões de pequenas criaturas existe acima do estrato córneo, a camada mais externa da pele e ajuda a regular a sua interação com o meio ambiente. Se equilibrada e saudável, essa microbiota evita que agentes externos potencialmente prejudiciais ganhem acesso e causem danos, na forma de doenças e inflamações. Estudos já comprovaram que, em áreas afetadas por problemas dermatológicos, a constituição da microbiota é diferente das regiões saudáveis.

Mas a microbiota não é igual em toda a extensão da pele humana. Os tipos de microorganismos variam de acordo com fatores como umidade, oleosidade e temperatura de cada área observada. “Hoje, sabemos que algumas regiões da pele são colonizadas por bactérias específicas, dependendo se o local é mais seco, úmido ou oleoso”, diz Luciana. “Essa é uma ciência que continua sendo desenvolvida.”

detalhe-prato-01Luciana Vasquez coloca a mão na massa no laboratório de microbiologia da Natura

Outro detalhe interessante é que cada indivíduo tem sua própria microbiota, como uma assinatura pessoal e intransferível, que varia de acordo com uma série de fatores, como hábitos alimentares, uso de antibióticos e até o clima da região onde a pessoa mora. “A microbiota traz uma assinatura para cada indivíduo”, diz Luciana. “Cada um tem a sua.”

Nesse sentido, Luciana destaca o valor de uma microbiota equilibrada. “Podemos fazer uma analogia entre a microbiota e o ecossistema de uma floresta. Se temos uma mata com poucas espécies, ela será frágil e pode se degradar rapidamente frente a uma invasão. Mas, por outro lado, se tivermos uma floresta diversificada, o sistema tende a ser mais estável e resiliente.”

A Natura trabalha para ajudar, por meio de seus produtos, a manter a microbiota da pele equilibrada. Esse é o fruto de investimento em tecnologia e pesquisa de ponta. Mantendo-se na linha de frente da inovação, a empresa é capaz de quebrar velhos paradigmas e oferecer melhores resultados ao consumidor, levando em conta que uma microbiota equilibrada é chave para uma pele forte, bonita e saudável.

Esta matéria pode ser encontrada no portal Natura Campus. Confira o site para ficar por dentro do que acontece no mundo da inovação cosmética.

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