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O DinDin é um aplicativo para enviar e receber pagamentos entre amigos

- 28 de novembro de 2016
dindin

Nome:
DinDin.

O que faz:
O DinDin é um aplicativo mobile que permite que pessoas enviem ou cobrem quantias, que são debitadas diretamente do cartão de crédito cadastrado pelo usuário.

Que problema resolve:
Segundo as sócias, o DinDin resolve o problema de pagar ou cobrar amigos ou rede de contatos dos usuários, permitindo que os pagamentos sejam feitos com cartão de crédito ao invés de fazer transferências, pagar em cheque ou em dinheiro. A validação das operações é feita por leitura da digital ou por senha, o que garante a sua segurança.

O que o torna especial:
O app tem uma rede social, na qual os usuários podem curtir e comentar as transações públicas de seus amigos. Além disso, há a possibilidade de criar um grupo e cobrar ou pagar diversas pessoas ao mesmo tempo.

Modelo de negócio:
A empresa cobra 3,9% sobre as transações feitas no cartão de crédito. As transações dentro do app são gratuitas.

Fundação:
Dezembro de 2015.

Sócios:
Stéphanie Fleury Rassi – CEO
Juliana Furtado Hadad – VP

Perfil dos fundadores:

Stéphanie Fleury Rassi – 32 anos, Goiânia (GO) – formada em administração de empresas pela PUC RJ. É empreendedora serial, com três empresas em seu nome.

Juliana Furtado Hadad – 23 anos, São Paulo (SP) – formada em Economia e Política pela New York University. Tem experiência em finanças, tendo passado por um período em Harvard no qual estudou Investment Banking and Valuation.

Como surgiu:
O DinDin surgiu de um encontro entre Juliana e Stéphanie em Nova Iorque, no qual as duas queriam dividir uma conta. Ao ser apresentada ao modelo de cobranças americano Venmo, Stéphanie decidiu trazê-lo ao Brasil e customizá-lo para o público nacional.

Estágio atual:
Atualmente, as sócias trabalham de um escritório em São Paulo com sete funcionários. O lançamento oficial do app será feito no dia 29 de novembro, mas ele já tem em torno de 100 usuários ativos.

Aceleração:
Não teve.

Investimento recebido:
Até o momento já foi investido 250 mil reais das próprias sócias.

Necessidade de investimento:
Passada a fase de desenvolvimento e lançamento, vão iniciar uma primeira fase de investimento-anjo, em busca do mínimo de 1,5 milhão de reais.

Mercado e concorrentes:
“O mercado tem três grandes oportunidades: pessoas físicas que fazem transações corriqueiras de baixo valor mas grande volume, integração da API com outros apps que precisam de uma solução de pagamento e a possibilidade de inscrever CNPJs no DinDin, facilitando as cobranças e pagamentos de pequenas e medias empresas”, diz a CEO Stéphanie. De acordo com ela, os concorrentes mais próximos são a PicPay, PayPal, Itaú TokPag.

Maiores desafios:
“Fazer com que o aplicativo esteja na boca do povo e a contratação de um time qualificado na velocidade de aderência de usuários”, diz Stéphanie.

Faturamento:
Ainda não fatura.

Previsão de break-even:
Dezembro de 2017.

Visão de futuro:
Segundo as sócias, a proposta do app é “mudar o modo como o brasileiro lida com pagamentos e cobranças, e a partir daí ser o principal agente disruptivo como um todo no sistema financeiro brasileiro”.

Onde encontrar:
Site
Contato

 

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