O Polen transforma compras em doações

- 17 de julho de 2015
Logo da empresa.
Logo da empresa.

Nome:
O Polen.

O que faz:
Ajuda as pessoas e empresas a doarem para instituições sociais. Atualmente, a ferramenta funciona por um plugin. O usuário instala a extensão no navegador e, sempre que ele fizer uma compra em uma loja parceira d’ O Polen, parte do lucro do comerciante é destinado a uma ONG.

Que problema resolve:
Estão facilitando e simplificando o acesso a doações. “Estamos tornando o ato de ajudar uma ação do dia a dia, mesmo para pessoas que não têm dinheiro ou tempo”, explica Renata Chemim, co-fundadora da startup. Além disso, ajudam as ONGs arrecadar dinheiro mais facilmente, ficando livres para trabalhar em suas causas.

O que torna especial:
Quando a pessoa comprar algo, o plugin permite ao cliente escolher para qual ONG a startup irá direcionar a doação. Além disso, o cliente não gasta um centavo a mais em compras feitas com a ferramenta.

Fundação:
Novembro de 2013.

Modelo de negócios:
Cobram uma taxa de 35% sobre as doações feitas por meio da plataforma.

Sócios:
Renata Chemim – co-fundadora.
Fernando Ott – co-fundador.

Perfil dos fundadores:
Renata Chemin – 25 anos, Curitiba (PR) – formada em pedagogia pela UFPR (Universidade Federal do Estado do Paraná), professora de pitch, é atriz desde os 8 anos, teve sua primeira experiência empreendedora ao fundar sua companhia de teatro aos 19. Desde então, sempre atuou em paralelo nessas atividades, até que junto do Fernando, CEO da empresa, ajudou na fundação d’O Polen.

Fernando Ott – 26 anos, Curitiba (PR) – formado em Ciências da Computação pela Universidade Federal do Estado do Paraná (UFPR), sempre atuou no mercado ligado a e-commerces. Trabalhou em empresas como Walmart, Buscapé eB2W. Sempre teve a intenção de empreender.

Como surgiu:
Fernando trabalhava em e-commerce e tinha bastante contato com o terceiro setor. Vendo a necessidade das ONGs, percebeu que existia a oportunidade de criar um negócio social. Largou tudo e decidiu empreender.

Aceleração:
Estão sendo acelerados pela Start You Up e pelo Startup Chile. Também foram acelerados pela Dotforge, na Inglaterra.

Investimento recebido:
35 mil reais da Start You Up.
30 mil dólares (aproximadamente 95 mil reais) da Startup Chile.
20 mil pounds (aproximadamente 99,7 mil reais) pela Dotforge.

Necessidade de investimento:
Procuram aporte de 400 mil pounds (aproximadamente 2 milhões de reais).

Maiores desafios:
“Internacionalizar é um dos nosso grandes desafios, pois cada país tem uma visão diferente em relação a negócios sociais”, diz Renata. Ainda pretendem lançar um aplicativo mobile.

Mercado e concorrentes:
Presente Consciente, que demos aqui no Draft, tem uma proposta de valor semelhante, também voltada à doações. Mas, ambas startups funcionam de formas diferentes, focando em nichos diversos. O Polen considera que não tem concorrentes diretos.

Faturamento:
Não informado. Mas todo lucro que entra é reinvestido no negócio.

Previsão de break-even:
2016.

Visão de futuro:
“Fazer a doação se tornar parte do dia a dia das pessoas. Queremos criar ferramentas para as pessoas entenderem o quão bom é ajudar”, diz Renata.

Onde encontrar:
Site
Contato

Você tem uma startup que já é mais do que um sonho mas ainda não é uma empresa totalmente estabelecida? Escreva para a gente. Queremos conhecê-lo. E, quem sabe, publicar um perfil da sua iniciativa aqui na seção Acelerados. Esse espaço é feito para que empreendedores como você encontrem investidores. E para que gente disposta a investir em novos negócios encontrem grandes projetos como o seu.

Veja também:

Como o Instituto Procomum viu o potencial de Santos para criar um circuito de inovação cidadã

- 13 de março de 2017
Co-fundada por Rodrigo Savazoni, a ONG lança projetos de transformação social que nascem na Baixada Santista, mas podem ir muito além.

Os fundadores do Quintal da Cachaça venderam o clube para vê-lo crescer, mas não foi fácil desgarrar

- 17 de fevereiro de 2017
Depois de meses enfrentando cancelamentos e novas tarifas do mercado, Giuliana Wolf e Thiago Tavares deram adeus ao negócio que começaram do zero.

Diante de um mercado em mutação, inovar pode significar voltar ao básico. É o que busca a Quiksilver

- 16 de fevereiro de 2017
Depois de anos chegando ao mercado por meio de multimarcas, Gustavo quer aproximar a Quiksilver do cliente

Nem Boneca, Nem Carrinho: como duas mães fundaram uma curadoria de experiências para crianças

- 6 de fevereiro de 2017
Anna e Andrea participando, com a Nem Boneca Nem Carrinho, de uma feira infantil.

1 História: a sacada de mercado, os erros e apostas de André Garcia, da Estante Virtual

- 2 de fevereiro de 2017
436 3 0
André Garcia, à frente do primeiro sebo virtual do país, detesta a palavra "sebo".