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O Prisma quer convergir olhares diferentes em resposta aos desafios do nosso tempo

- 24 de agosto de 2017
André Trigueiro: "O Prisma é um acelerador de processos"

 

É difícil enquadrar numa moldura óbvia um mundo onde vivem empreendedores sociais munidos de tecnologia disruptiva e supremacistas brancos que marcham com tochas nas mãos. Vivemos tempos desafiadores, ambivalentes, cheios de esperança e ódio. Tempos exigentes, que demandam novos pontos de vista.

Estimular o intercâmbio de ideias e de olhares é o objetivo do Prisma, o festival de inovação que a GloboNews promoverá no sábado, 2 de setembro, em São Paulo. Quatro coworkings de Pinheiros vão acolher debates, cases e workshops sobre empreendedorismo, sociedade e sustentabilidade. Tudo de graça.

“Será uma experiência inovadora, com propostas instigantes e convidados à altura dos desafios do nosso tempo”, diz André Trigueiro, editor-chefe do Cidades e Soluções, um dos programas da GloboNews que inspiram a grade do Prisma (os outros são Milênio e Mundo S/A).

Vinte e cinco anos atrás, quando ainda nem havia GloboNews, Trigueiro foi um dos repórteres destacados para cobrir a Eco-92, a histórica Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, realizada no Rio de Janeiro. Será que andamos em marcha ré, de lá pra cá? Não na visão do jornalista.

“Há avanços importantes em várias partes do mundo no setor de energia. No Brasil, já temos cerca de 450 parques eólicos que geram energia equivalente a uma Belo Monte. E 12.500 sistemas fotovoltaicos instalados, 80% deles em residências.”

Nem mesmo a decisão de Donald Trump, anunciada em junho, de deixar o Acordo de Paris sobre mudanças climáticas desanima Trigueiro, que relativiza o potencial de estrago do presidente americano.

“Trump pode atrapalhar bastante, mas não tem poder de inviabilizar o esforço global pela redução das emissões. Setenta por cento das emissões dos Estados Unidos não dependem das ações diretas do presidente já que estados, municípios e grandes empresas americanas têm autonomia para fazer suas próprias escolhas.”

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Marcelo Lins: o Prisma como oportunidade para compartilhar a inquietação

A Economia Circular, em que empresas e pessoas assumem responsabilidade (na hora do descarte, inclusive) pelo que produzem e consomem, estará em foco num dos debates do Prisma. Outros temas que prometem gerar discussões eletrizantes são as novas formas de exercício da cidadania com uso de ferramentas digitais e os meios de contra-ataque às “fake news”, que promovem desinformação num mundo hiperconectado (e tornam o papel dos jornalistas urgente e necessário como nunca).

“Informação é poder, diz a famosa palavra de ordem. O problema é que informação falsa, também”, afirma Marcelo Lins, supervisor de programas da GloboNews.

Lins é mais um jornalista da equipe do canal à frente do Prisma. Para rebater as ameaças em tempos perigosos de “pós-verdade” e “fatos alternativos”, ele destaca o engajamento da sociedade, que hoje tem a seu alcance mecanismos tecnológicos de pressão política e de verificação para separar o que é fato do que é ficção.

“Não à toa, o Brasil viu nascer nos últimos meses uma série de organizações cívicas, muitas sem afiliação ideológica determinada, todas avessas às práticas dos grandes partidos. Aqui também a tecnologia pode ajudar, ao encurtar as distâncias entre as pessoas e permitir a criação de aplicativos como o Mudamos, que podem ter resultado direto no encaminhamento de projetos de lei de iniciativa popular.”

Em momentos de profunda frustração política, segundo Lins, ganham importância as oportunidades de compartilhar a inquietação individual numa discussão coletiva. Oportunidades como o Prisma. O conceito mais poderoso por trás do festival talvez seja este: a ideia de que olhares diferentes devem convergir em transformação.

“O Prisma é na verdade um acelerador de processos. Queremos ser vitrine de soluções que inspirem essa grande mudança”, diz Trigueiro. É a deixa para a provocação de Lins: “E quem é que, a esta altura do campeonato, pode se dar ao luxo de desprezar a possibilidade de fazer parte da mudança?”.

Venha fazer parte da mudança! Fique ligado no Prisma!

 

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