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Os Caçadores de Bons Exemplos: o casal que caiu na estrada atrás das ações que melhoram o mundo

- 2 de fevereiro de 2015
Eduardo e Iara Xavier, Os Caçadores de Bons Exemplos, já percorreram mais de 225 mil quilômetros e 594 cidades brasileiras, catalogando as iniciativas mais bacanas em curso no país
Eduardo e Iara Xavier, Os Caçadores de Bons Exemplos, já percorreram mais de 225 mil quilômetros e 594 cidades brasileiras, catalogando as iniciativas mais bacanas em curso no país

A cada hora que passa, aumenta a distância que separa o casal Eduardo, 46, e Iara Xavier, 34, da vida que deixou em Divinópolis (MG). Criado por eles, o projeto Caçadores de Bons Exemplos já percorreu mais de 225 mil quilômetros em 594 cidades desde janeiro de 2011 a fim de encontrar e catalogar, por meio de foto e vídeo, iniciativas bacanas espalhadas pelo país.

A cada história contida nas 1 150 ações que visitaram, entre projetos sociais, associações e comunidades, a vida que antes eles conheciam e almejavam vai perdendo o sentido. “Sempre tivemos questionamentos em relação a nossa passagem pelo mundo: será que estamos aqui para ganhar dinheiro, ter um patrimônio e deixar uma boa herança aos filhos?”, diz Iara. A partir dessa pergunta, o casal decidiu vender o imóvel que tinha e viajar sem muito planejamento. Geralmente, eles dormem em uma barraca anexa ao carro.

Sem a ajuda de pesquisas na internet, eles chegam às cidades e perguntam sobre iniciativas que mudam a vida de quem mora ali. Há desde corais de crianças carentes a associações que promovem o tratamento de câncer a quem não tem condições de pagar.

De junho de 2015 a agosto de 2016, o projeto vai extrapolar as fronteiras do país. Para isso, Iara e Eduardo terão que vender o carro e seguir viagem de mochila. O que os motiva? “Saber o que no mundo há mais ações positivas do que negativas, inspirar novos projetos e conectar pessoas que queiram ajudá-los”, diz Iara.

Apesar das dificuldades de financiar o projeto, o que casal mais deseja é difundir as iniciativas catalogadas no site e fazer com que elas se reproduzam em outras regiões do país. Certa vez, eles se emocionaram ao ouvir de um menino na Floresta Amazônica: “se o maior tesouro do ser humano é a informação, vocês estão distribuindo tesouros”. Para Iara, isso resume o trabalho feito até agora. “Ele nos mostrou que estamos no caminho certo e que nenhuma dificuldade pode nos fazer desistir.”

 

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