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Seleção Draft – A química da paixão rentável

- 30 de novembro de 2017
Uma química boa: juntar paixão e trabalho é o objetivo de muitos profissionais, inclusive, empreendedores (Imagem: Pixabay/Reprodução).
Uma química boa: juntar paixão e trabalho é o objetivo de muitos profissionais, inclusive, empreendedores (Imagem: Pixabay/Reprodução).

A química da paixão rentável
Transformar algo que se faz com paixão em um negócio sustentável financeiramente é o sonho da maioria das pessoas. Mas é preciso muita convicção para dar esse passo, como afirma o artigo do Your Story. O texto fala da trajetória do renomado chef indiano, Ranveer Brar, e de como ele conseguiu fazer isso. O cozinheiro sugere algumas dicas para profissionais — de modo geral — que buscam esse caminho. As recomendações também valem para empreendedores. Entre os apontamentos (no link acima) estão:

1) Questionar se essa vontade é genuína ou apenas uma ideia passageira;
2) Certificar-se de que suas habilidades são boas o suficiente;
3) Descobrir um diferencial e como torná-lo sustentável financeiramente;
4) Acreditar “muuuito” no próprio talento, pois os desafios são grandes.

 

De repente, CEO
Como tomar as rédeas do negócio e incorporar o papel de líder ao assumir o cargo de CEO de uma empresa? No Inc (link acima), Robin Camarote, fundadora do Work Life Lab (site com dicas para equilibrar vida profissional e pessoal), destaca que se inteirar das questões operacionais e do panorama atual da organização é essencial antes de tomar qualquer decisão ou propor caminhos diferentes. Porém, ainda mais importante, é se aproximar da equipe e compreender sua dinâmica, diz a autora:

“Conquiste a confiança de seus novos colaboradores. Do contrário, não haverá avanço ou comprometimento com suas propostas”

 

Ranking do empreendedorismo
O DCI traz o resultado da última edição do ranking mundial de empreendedorismo, promovido pela organização The Global Entrepreneurship and Development Institute (Gedi). A avaliação levou em conta o ecossistema de 137 países e mostra que para o Brasil não houve mudanças: segue na mesma posição do ano passado, a 98ª. O destaque na América Latina é o Chile, na 19ª. Já o líder da lista, como esperado, são os Estados Unidos. O estudo ainda aponta uma melhora de 3% nas notas em relação ao ano passado, o que pode acrescentar 7 trilhões de dólares na economia mundial. Leia mais no link acima.

 

Vale do Silício chinês
Chega de ser conhecida apenas pelas cópias. A Exame conta (no link acima) como a China está se tornando um polo de inovação digno de ser, isso sim, copiado. O país é o 2º em número de unicórnios (89 ao todo) e a região de Zhongguancun, já é conhecida como o Vale do Silício chinês, concentrando 20 mil empresas de tecnologia. A reportagem cita cases de sucesso, como o da Didi (app de transporte e segunda startup mais valiosa do mundo, atrás apenas do Uber). A atração exercida sobre os investidores é grande: de 2014 a 2016, fundos de capital de risco investiram 77 bilhões de dólares em negócios locais.

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