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Seleção Draft – Inovação social é negócio?

- 15 de fevereiro de 2017
Negócios sociais não precisam sobreviver apenas de doações. (Imagem: Mike Wilson - Flickr/ Reprodução)
Negócios sociais não precisam sobreviver apenas de doações. (Imagem: Mike Wilson - Flickr/ Reprodução)

Inovação social é negócio?
“O financiamento tradicional de projetos sociais é um modelo essencial ou ele pode ser reinventado?”. Esta é a pergunta que a empreendedora social Malini Sekhar faz no seu texto no Medium (no link acima). Ela diz que viver de doações e investimentos de grandes empresas ou famílias pode tornar um negócio facilmente dependente, e que há outras alternativas para viabilizar projetos, como:

1) Direcionar a renda de produtos para organizações de fins sociais;
2) Financiamento coletivo de projetos;
3) Venda de produtos ou serviços para gerar empregos focados em certas comunidades;
4) Usar grandes doações para manter a organização e as menores para projetos específicos.

 

Quando considerar o bootstrapping
Segundo o coach Mitchell Harper, muitos empreendedores se deparam com um conflito no início de suas startups: o que é melhor, trabalhar para ter um negócio lucrativo ou apostar em crescimento meteórico? Na sua opinião, para encontrar a resposta, o empreendedor deve considerar as suas chances reais de ter uma empresa que poderá ser vendida ou virar pública depois. Ele ainda cita algumas perguntas essenciais para refletir a respeito. Leia mais link acima, no LinkedIn Pulse.

 

Eventos: não basta comparecer
Seminários, conferências, feiras… Eventos não faltam na agenda de quem empreende. Mas não adianta marcar presença se você não faz a lição de casa – saber quem abordar, marcar encontros e reuniões, participar de palestras falando da sua startup etc. No link acima, do blog da plataforma Wundernova, há dicas para quem quer aproveitar ao máximo estes encontros.

 

MasterTech DemoDay
No dia 23 de fevereiro, o MasterTech, programa intensivo de programação, vai apresentar no Cubo, em São Paulo, os projetos construídos pela sua turma mais recente de alunos. Eles buscaram resolver problemas reais de empresas parceiras durante o curso de oito semanas. A entrada é gratuita e os interessados devem entrar em contato com a organização pelo link acima.

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