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3M abre inscrições para o Invent a New Future, desafio para valorizar jovens talentos

- 8 de fevereiro de 2019
Iniciativa procura pessoas curiosas e com espírito empreendedor. Quem vencer a etapa brasileira poderá participar da final na Costa Rica.

Imagine reunir um time de estudantes e pedir que eles resolvam um desafio real de negócios de uma corporação multinacional. É justamente isso que a 3M propõe com o Invent a New Future (INF), programa realizado anualmente desde 2014 para encontrar jovens talentos e  criar um laço mais próximo entre eles e a companhia. As inscrições para o desafio deste ano já estão abertas (veja aqui).

Ana Paula Costa, 35, gerente de aquisição de talentos da empresa para a América Latina, conta que podem participar pessoas que estão no final do curso universitário ou estudantes em pós-graduação nas mais diversas áreas, incluindo comunicação, engenharia, tecnologia, supply chain e marketing. Depois da etapa de inscrições, que vai até o fim de março, o programa começa a seleção em abril. Os candidatos realizam desafios on-line e passam por entrevistas. Entre as centenas de inscritos (em 2018 foram mais de 250 pessoas só no Brasil e 700 em toda a América Latina), a 3M seleciona os 15 que considera mais preparados para passar pelo programa. Segundo Ana Paula, a busca não é por uma competência ou área específica, mas por um perfil mais amplo:

“O currículo é o que menos importa. Procuramos pessoas curiosas, com espírito empreendedor dispostas a colocar à prova o que aprenderam na faculdade”

Entre maio e junho estes estudantes serão convidados a passar pela etapa local do programa, na sede brasileira da companhia em Sumaré, no interior de São Paulo. Quem se destacar nesta fase receberá o convite para ir à Costa Rica em julho, onde acontece a final do INF para todos os participantes da América Latina. O prêmio para quem vencer é uma mentoria de seis meses com uma pessoa sênior que desempenha função de liderança na 3M.

ENTREGAR SOLUÇÕES PARA PROBLEMAS DO FUTURO

Ana Paula fala sobre a vivência das pessoas que passam pelo programa: “Nas duas etapas nós propomos desafios grandes para os times. A ideia é que eles resolvam problemas do amanhã para os quais a própria 3M ainda não tem as respostas”. Em cada fase os times precisam desenhar soluções para questões que a empresa realmente enfrenta. A natureza do desafio é a mais diversa possível, conta.

Já foi preciso criar fórmulas para que a empresa cumpra as metas de sustentabilidade propostas pela ONU (Organização das Nações Unidas), desenvolver um jeito para a companhia acompanhar a evolução da automação nas fábricas e evitar o desemprego tecnológico ou ainda criar uma solução de marca empregadora que torne a 3M atrativa como possibilidade de trabalho para as pessoas mais jovens.

Segundo Ana Paula, é interessante ver como os participantes vão longe e chegam a soluções realmente valiosas, muitas vezes bastante parecidas com as ideias que a própria organização está formulando. Naiara Silva, 30, especialista em marca empregadora da empresa para a América Latina, diz que o objetivo do programa é claro:

“É sobre pensar o papel do jovem na sociedade. O próprio nome é autoexplicativo: Invent a New Future. Queremos abordar a importância de quem está chegando agora ao mercado de trabalho de criar um novo futuro”

Segundo ela e Ana Paula, o INF não está atrelado à contratação dos talentos que se destacam no programa. De qualquer forma, esta é sempre uma possibilidade. Cerca de 60 jovens já passaram pelo desafio e oito deles foram contratados mais tarde pela 3M. “É interessante porque descobrimos talentos e, do outro lado, os estudantes conhecem as possibilidades que oferecemos para a carreira deles.

COLABORAÇÃO E DIVERSIDADE

As especialistas dizem que dois valores muito importantes na 3M e bastante presentes no programa são a colaboração e a diversidade. Os dois aspectos são essenciais para que os participantes se saiam bem nos desafios, principalmente na etapa final do programa, em que precisarão trabalhar com estudantes de outros países. “É uma construção muito coletiva”, diz Ana Paula.

A vencedora do INF América Latina em 2018 confirma. Após se destacar no programa, a brasileira Isabela Martins de Albuquerque contou que um dos aspectos mais marcantes da experiência foi trabalhar ao lado de pessoas tão diferentes por um objetivo comum. Ela falou da experiência em entrevista ao canal 3M Inovação.

Ana Paula diz que foi recompensador ver uma jovem brasileira vencer o programa na América Latina no ano passado – feito que, quem sabe, pode se repetir em 2019. “Acreditamos que todo mundo tem competências únicas e, no fundo, é isso o que queremos valorizar. Procuramos o que de diferente cada participante pode acrescentar ao desafio”, resume, dando a dica aos próximos candidatos.

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