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85% das profissões que existirão em 2030 ainda não foram criadas

- 8 de janeiro de 2019
Sidney Zamel, diretor de marketing e produtos da Dell, prevê que a adaptabilidade à modernização das forças de trabalho será chave para quem entrar no mercado de trabalho nas próximas décadas.

Se depender da tecnologia, o futuro já começou. Hoje, as máquinas já trabalham de forma integrada com humanos e são ferramentas fundamentais para uma performance eficiente, especialmente nas grandes empresas. Nos próximos anos e décadas, elas trabalharão ainda mais para otimizar nossas ações e redesenhar as profissões. É o que revela o estudo Projetando 2030: uma visão dividida do futuro encomendado pela Dell Technologies ao IFTF (Institute For The Future), que analisou os impactos dessas tecnologias até 2030. A pesquisa, que contou com a participação de 3800 líderes de negócios de médias e grandes corporações em 17 países, incluindo o Brasil, estima que 85% dos trabalhos que existirão em 2030 serão novos.

“Isso não significa que as profissões como conhecemos hoje serão extintas, mas elas certamente serão transformadas e terão, na parceria homem-máquina, o principal vetor de mudança”, diz Sidney Zamel, diretor de marketing e produtos da Dell no Brasil. “Espera-se maior eficiência e uma possibilidade de, mais do que nunca, ajudar os humanos a transcender suas limitações, com a tecnologia funcionando como uma extensão das pessoas, ajudando a direcionar e gerenciar melhor atividades cotidianas.”

 

Entre as aptidões esperadas de quem integrar o mercado de trabalho nas próximas décadas, está o conhecimento das tecnologias digitais.

 

Com a viabilidade comercial das tecnologias, a rapidez das mudanças e criação de novas indústrias, novas competências deverão ser requeridas de forma constante, o que também pode significar uma mudança no sistema educacional a longo prazo: na mesma pesquisa, 56% dos entrevistados disseram que as escolas devem ensinar como aprender, e não o que aprender, a fim de desenvolver habilidades como raciocínio lógico e capacidade de autonomia desde o ensino básico. Nesse cenário, cinco habilidades se mostram primordiais para prosperar profissionalmente: impulso criativo, lógica, inteligência emocional, julgamento e conhecimento tecnológico. “A capacidade de desenvolver novas habilidades será incrivelmente útil em uma era de transformação”, aponta Zamel.

“Saber aprender já tem se mostrado mais importante do que conhecer uma determinada tarefa.”

 

Uma nova rotina
Entre as consequências dessa mudança na dinâmica de trabalho, profissionais deixarão de se dedicar a tarefas cotidianas, que serão automatizadas. Em vez disso, suas demandas se concentrarão em atividades de raciocínio, gerenciamento, debates de escopos e testes e aplicação de novas ideias de inovação. Além disso, o estilo de trabalho também passará por alterações: haverá cada vez menos necessidade de estar em um escritório, por exemplo. No Brasil, o potencial de mudança ainda intimida, mas já apresenta números positivos expressivos: 38% dos brasileiros afirmam que o novo estilo de trabalho permite mais concentração nas atividades; 36% conseguem um melhor equilíbrio entre as vidas profissional e pessoal; e 29% sentem que são mais produtivos quando não precisam gastar tempo se deslocando para outro lugar para começar o expediente.

Com o trabalho se estendendo para além do espaço empresarial, novos cuidados serão necessários: as empresas criarão políticas que incluam não apenas regras para seus colaboradores e líderes, mas também ferramentas voltadas para facilitar o trabalho remoto, como treinamentos constantes para o home office, a gestão de equipes flexíveis e o aumento de dados e sistemas voltados para defesas de segurança cibernética. Será preciso expandir a visão digital e as leis e questões regulatórias para que o uso de ferramentas tecnológicas se mantenha seguro à medida que se torna mais eficaz.

O cenário, volátil e imprevisível, também carrega receios. Apesar de metade dos líderes acreditarem que os sistemas automatizados representarão uma economia de tempo, 58% não acredita que delegar tarefas às máquinas significará mais satisfação no trabalho. Além disso, 93% dizem que estão enfrentando algum tipo de obstáculo para sentir que lideram uma empresa digital de sucesso – um dado que ressalta que todas as empresas estão passando pelo mesmo processo de aprendizado. Zamel diz que o sentimento de incerteza é natural, e não negativo. “É normal que as pessoas se sintam inseguras em um primeiro momento”, explica Zamel. “Mas o impacto da tecnologia é irreversível e a digitalização dos negócios já tem provocado mudanças sem precedentes na sociedade. É imprescindível que gestores – públicos e corporativos – estejam empenhados para manter essa força de trabalho engajada e produtiva.”

O conteúdo acima é um oferecimento da Dell e faz parte de uma série de postagens que serão publicadas no Projeto Draft com o intuito de reconhecer o papel transformador da tecnologia no cotidiano profissional.

A Dell entende que as transformações vividas nos últimos 20 anos representam somente uma etapa inicial do impacto positivo que a tecnologia desempenha na sociedade. Por isso, a empresa trabalha no sentido de conscientizar o meio corporativo para as mudanças que ainda virão e, assim, evitar riscos associados à segurança e gestão das informações, bem como para garantir a satisfação dos profissionais.

Há alguns anos, a Dell tem investido na construção de um portfólio de produtos e serviços que ajude as organizações nessa transformação para os ambientes de trabalho do futuro, com tecnologias que conciliem as necessidades dos usuários, em termos de mobilidade e flexibilidade, com a das organizações, em termos de gestão e segurança das informações. A missão da empresa é permitir que empresas e pessoas alcancem seus objetivos através da tecnologia, impulsionando a Transformação Digital no meio corporativo, o que passa pela Transformação da Força de Trabalho, Transformação da TI e Transformação da Segurança.

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