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A AHLMA quer vender roupas produzidas com materiais orgânicos e reciclados

- 10 de julho de 2017

Nome:
AHLMA

O que faz:
É uma marca de roupas que utiliza um modelo de criação coletivo (colaboradores e plataforma crowdsourcing) e materiais orgânicos, biodegradáveis e reciclados para fazer as peças.

Que problema resolve:
Segundo os sócios, a ideia é produzir roupas com o menor impacto ambiental possível e o maior benefício social possível.

O que a torna especial:
A marca usa apenas materiais orgânicos, biodegradáveis e reciclados.

Modelo de negócio:
A empresa vende suas peças em uma loja física e no e-commerce.

Fundação:
Junho de 2017.

Sócios:
Grupo Reserva
André Carvalhal — Diretor cocriativo e CEO

Perfil do fundador:

André Carvalhal — Rio de Janeiro (RJ) — é formado em Publicidade e Jornalismo, com pós-graduação em Marketing Digital. Atua como professor de cursos de extensão e pós-graduação em Marketing e Branding de Moda em diversas instituições de ensino e co-fundou a MALHA, espaço de moda colaborativa, no Rio de Janeiro. Trabalhou na Farm e presta consultoria para as empresas Grendene, Do Bem, Papel Craft e The School of Life.

Como surgiu:
A ideia partiu do Grupo Reserva, conhecido pela marca de roupa de mesmo nome. Após o encontro de empresários do grupo com André, foi realizada uma série de workshops que deram origem à AHLMA.

Estágio atual:
A empresa conta com um escritório criativo, localizado dentro da MALHA, e uma equipe de criação de aproximadamente 20 pessoas.

Aceleração:
Não teve.

Investimento recebido:
A AHLMA recebeu um aporte de 1 milhão de reais, do Grupo Reserva.

Necessidade de investimento:
Não há.

Mercado e concorrentes:
Ela se posiciona dentro do segmento fashion como uma empresa sustentável. “Não existe um concorrente direto que combine todos os features da nossa marca. Existem outros agentes, com produtos e serviços similares e complementares, mas que nesse caso não são vistos como concorrentes, e sim colaboradores”, diz André.

Maiores desafios:
“Muitas marcas têm excesso de produção, de tecidos, de estoque, mas não estão abertas a compartilhar. Há também uma dificuldade muito grande de trabalhar com materiais mais sustentáveis e regenerativos. E existe ainda no consumidor uma falta de informação e consciência em relação a tudo isso”, afirma o fundador.

Faturamento:
Não informado.

Previsão de break-even:
Um ano.

Visão de futuro:
“Ter uma marca completamente aberta a pessoas de todos os lugares do mundo, sem a dependência de uma equipe fixa”, diz André.

Onde encontrar:
Site
Contato

 

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