SPONSORS:

A Aya Tech vende repelentes e fungicidas para serem aplicados em tecidos e objetos

- 30 de novembro de 2018

Nome:
Aya Tech.

O que faz:
Produz biorrepelentes, bactericidas e fungicidas em aerosol para serem aplicado em tecidos, móveis e objetos, e não diretamente na pele.

Que problema resolve:
Pelo fato de não serem aplicados na pele, evitam alergias e intoxicação.

O que a torna especial:
Segundo a fundadora, os produtos têm efeito prolongado, durando 20 lavagens ou dois meses.

Modelo de negócio:
A startup lucra com a venda no B2B e no B2C. O preço dos biorrepelentes, bactericidas e fungicidas varia de 40 a 70 reais.

Fundação:
2015.

Sócias:
Fernanda Checchinato CEO
Daniela Checchinato — Cofundadora

Perfil da fundadora:

Fernanda Checchinato — 43 anos, Jundiaí (SP) — é formada em Engenharia Química pela Universidade Federal de Santa Catarina e doutora em Ciência e Engenharia de Materiais pelo Laboratório CNRS da Universidade de Lyon, (França). Foi pesquisadora na Japan International Cooperation Agency, lecionou no Senai CTC Criciúma e na UFSC e é autora de seis patentes de inovação tecnológica.

Como surgiu:
Fernanda conta que teve a ideia em 2010, quando recebeu de presente uma bandana repelente de insetos. Ela iniciou a pesquisa nessa área com a intenção de fabricar camisetas repelentes e, depois, mudou o foco para um produto que pudesse ser aplicado em qualquer tecido. O primeiro protótipo foi feito em 2013 e, em 2015, a comercialização teve início.

Estágio atual:
Os produtos da Aya Tech são comercializados em mais de 400 pontos de venda em todo o Brasil, como a Decathlon, e usados em hospitais como o Emílio Ribas. Até agora foram vendidas 40 mil unidades.

Aceleração:
A empresa foi acelerada pelo Brasken Labs (2016) e pelo InovAtiva Brasil (2018).

Investimento recebido:
A fundadora investiu 600 mil reais de recursos próprios para pesquisas iniciais e desenvolvimento do lote piloto.

Necessidade de investimento:
Não busca investimento no momento.

Mercado e concorrentes:
“As oportunidades para ganhar o mercado nacional e internacional são amplas e em crescimento”, diz Fernanda. Ela aponta como concorrentes do repelente o Exposis, telas mosquiteiras e repelentes dérmicos. Já do fungicida, os produtos Tênis Pé Baruel, Mofim e Lysoform.

Maiores desafios:
“O maior desafio são as barreiras colocadas pela Anvisa, que ainda não enquadrou nosso produto em nenhuma categoria do mercado, o que dificulta a obtenção de registro para a venda em em farmácias, mas não impossibilita a comercialização em outros estabelecimentos”, afirma a fundadora.

Faturamento:
600 mil reais (em 2017).

Previsão de break-even:
Já foi atingido no ano passado.

Visão de futuro:
“Ser uma empresa referência em desenvolvimento de produtos nanotecnológicos do Brasil para o mundo, oferecendo formas inovadoras de proteção e bem estar com excelência, qualidade de vida aos consumidores, comportamento ético, respeito ao meio ambiente e valorização do ser humano”, fala Fernanda.

Onde encontrar:
Site
Contato

 

Você tem uma startup que já é mais do que um sonho, mas ainda não é uma empresa totalmente estabelecida? Escreva para a gente. Queremos conhecê-lo. E, quem sabe, publicar um perfil da sua iniciativa aqui na seção Acelerados. Esse espaço é feito para que empreendedores como você encontrem investidores. E para que gente disposta a investir em novos negócios encontrem grandes projetos como o seu.

Veja também:

Inovação e parcerias com startups: é assim que, aos 92 anos, o Grupo Fleury realiza diagnósticos mais precisos

- 13 de dezembro de 2018
746 0 0

Como ele fundou negócios que desmistificam uma doença: conheça as marcas Vida de Diabético e Máfia da Insulina

- 12 de novembro de 2018
3192 2 0
Fred Prado conta que, após ser diagnosticado com diabetes tipo 1, resolveu apoiar outras pessoas com o mesmo problema, fornecendo informações sobre o tema. Acabou transformando os projetos pessoais no seu ganha-pão.

Como a MedRoom utiliza realidade virtual e gamificação no treinamento de estudantes de medicina

- 22 de maio de 2018
9333 3 0
Os fundadores da MedRoom, Sandro e Vinicius, querem que a realidade virtual ajude estudantes a superarem o abismo entre a a teoria e a prática médica (foto: Isabele Araujo).