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A Blingdog vende coleiras especiais para cachorros com visão debilitada

- 7 de janeiro de 2019

Nome:
Blindog.

O que faz:
Produz coleiras para cachorros com visão debilitada.

Que problema resolve:
Permite autonomia e conforto através de estímulos vibratórios que evitam as colisões dos animais cego.

O que a torna especial:
Segundo os fundadores, a coleira foi desenvolvida com design de rápida adaptação, reduzindo o estresse dos cães deficientes e de seus tutores na hora do passeio.

Modelo de negócio:
A Blindog lucra com a venda das coleiras para o cliente final, petshops e clínicas veterinárias. O acessório custa 299,99 reais.

Fundação:
Novembro de 2015.

Sócios:
Luana Wandecy — CEO, Tecnologia e Gestão
Natália Dantas — Planejamento, Vendas e Marketing

Perfil das fundadoras:

Luana Wandecy — 28 anos, Natal (RN) — é formada em Engenharia da Computação e mestre em Tecnologia e Inovação pela UFRN. Trabalhou com desenvolvimento de produtos na área médica na empresa Ciência Ilustrada e nas startups Proderm e ProBB.

Natália Dantas — 28 anos, Natal (RN) — é formada em Administração pela UFRN e Comércio Exterior pelo IFRN. Cursa Design na UFRN. Trabalhou como gerente administrativa no Luminária e como designer nas startups Proderm e ProBB.

Como surgiu:
Luana conta que conheceu Natália em uma edição do Startup Weekend Natal. No evento, ela expôs a dor de ter um animal cego em casa, que batia em todos os móveis. Ela descobriu que Natália passava pelo mesmo problema e, assim, se juntaram para produzir o primeiro protótipo que viria a ser testado no cachorro de Natália mais tarde.

Estágio atual:
A empresa realiza as vendas da coleira através do próprio site e com revendedores que distribuem o produto em pontos físicos de todo o Brasil.

Aceleração:
Foram acelerados pela InovAtiva Brasil.

Investimento recebido:
As sócias investiram 100 mil reais de recursos próprios no negócio.

Necessidade de investimento:
Buscam 1 milhão de reais para aprimorar a coleira, escalar as vendas, realizar parcerias, investir em publicidade e desenvolvimento de novos produtos.

Mercado e concorrentes:
“Em tempos de mudanças comportamentais e culturais nas famílias, encontramos no Brasil mais animais de estimação do que crianças fazendo parte dos lares. No país, em 2018, o IBGE estimou 63,5 milhões de cães vivendo nas casas dos brasileiros. A catarata é apenas uma das doenças que leva os pets à cegueira. E, somente a catarata adquirida através da diabetes, atinge aproximadamente 3,9 milhões de cães no Brasil”, fala Luana. Ela aponta como concorrentes acessórios semelhantes a um bambolê acoplados ao corpo do cão para que a colisão ocorra diretamente no aro de proteção e indiretamente no animal. Mas segundo a fundadora, isso acaba tirando o conforto do cachorro “por ser um acessório grande e pesado”.

Maiores desafios:
“Nos consolidarmos no Brasil como referência em tecnologia para a saúde pet e internacionalizar o produto”, diz Luana.

Faturamento:
Não informado.

Previsão de break-even:
Fevereiro de 2019.

Visão de futuro:
“Queremos criar uma série de produtos tecnológicos para pets para garantir uma melhor qualidade de vida para eles e mais segurança para seus tutoresl”, conta a CEO.

Onde encontrar:
Site
Contato

 

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