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A BossaBox conecta clientes a desenvolvedores de software

- 5 de Fevereiro de 2018

Nome:
BossaBox.

O que faz:
É uma plataforma que conecta clientes a desenvolvedores de software.

Que problema resolve:
De acordo com os sócios, a startup resolve um problema enfrentado por muitas empresas de não encontrar alternativas online e confiáveis para desenvolver software customizado.

O que a torna especial:
Segundo os fundadores, pela plataforma é possível formar um time de software em horas, com o apoio de uma rede de mais de 250 freelancers profissionais.

Modelo de negócio:
A BossaBox fica com 30% do valor cobrado por projeto e repassa 50% para o desenvolvedor e 20% para o designer.

Fundação:
Agosto de 2016.

Sócios:
Giovanni Salvador — Vendas e Parcerias
André Abreu —  Finanças e Operações
João Zanocelo — Marketing e Design
Eduardo Koller —  Tecnologia e Produto

Perfil dos fundadores:

Giovanni Salvador — 22 anos, São Paulo (SP) — é formado em Publicidade e Propaganda pela ESPM. Trabalhou na Integru Soluções Corporativas.

André Abreu — 21 anos, São Paulo (SP) — é formado em Administração de Empresas pela FGV. Trabalhou na Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE).

João Zanocelo — 21 anos, São Paulo (SP) — é formado em Publicidade e Propaganda pela ESPM. Trabalhou na ESPM Social, na Rae e é colunista do Startupi.

Eduardo Koller — 22 anos, São Paulo (SP) — é formado em Ciência da Computação pela UFABC. Trabalhou na Agência TH2.

Como surgiu:
A startup é uma pivotagem da Bossa iNova, uma softwarehouse fundada no final de 2015 pelos sócios. Quando eles perceberam que o modelo de negócios não tinha perspectiva de futuro, por não ser escalável e não resolver todos os problemas existentes no setor, idealizaram a plataforma que viabiliza a compra de software online e fecharam a antiga empresa.

Estágio atual:
O negócio conta com 250 freelancer profissionais cadastrados, 25 clientes e oito colaboradores.

Aceleração:
A BossaBox foi acelerada pela GVentures, SPStars e InovAtiva.

Investimento recebido:
Os sócios investiram 6 mil reais para lançar a plataforma.

Necessidade de investimento:
Os empreendedores querem captar um aporte Séria A do meio para o fim deste ano para escalar a operação e investir no time e em AI.

Mercado e concorrentes:
“Temos um setor que cresce muito acima da economia, com um faturamento de 19 bilhões por ano”, conta Giovanni. Ele aponta como concorrentes as plataformas UpWork, Workana, Freelancers.com, além de empresas tradicionais de software e iniciativas gratuitas ou de baixo custo, como o Google Sites e o Wix.

Maiores desafios:
“Criar funcionalidades que tornem a plataforma capaz de gerencias um projeto sem precisar de pessoas no processo por meio de automação e AI”, diz o cofundador.

Faturamento:
100 mil reais (em 2017).

Previsão de break-even:
Já foi alcançado em junho do ano passado.

Visão de futuro:
“Democratizar o acesso a software customizado no mundo”, afirma Giovanni.

Onde encontrar:
Site
Contato

 

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