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A Candowell quer ser uma rede social que apoia projetos socioambientais

- 7 de dezembro de 2018

Nome:
Candowell.

O que faz:
É uma rede de compartilhamento de fotos e vídeos. A diferença é que 30% da receita publicitária da plataforma, fora os impostos, será destinada a projetos socioambientais por meio do Instituto Candowell.

Que problema resolve:
Gera recursos financeiros para causas importantes.

O que a torna especial:
Segundos os fundadores, apesar de não ser uma rede social de filantropia, e sim de entretenimento, a plataforma tem o propósito de “ser realmente social”, ou seja, apoiar boas causas.

Modelo de negócio:
O modelo de negócio funcionará 100% via receita  publicitária.

Fundação:
Abril de 2015.

Sócios:
João Queiroz — Cofundador
Matheus Queiroz — Cofundador

Perfil dos fundadores:

João Queiroz — 24 anos, São Paulo (SP) — é formado em Cinema pela Academia Internacional de Cinema. Fundou a a Cinematik Studios.

Matheus Queiroz — 24, São Paulo (SP) — é músico. Fundou a Cinematik Studios.

Como surgiu:
Os irmãos gêmeos João e Matheus contam que tiveram a ideia  a partir da seguinte questão: “As redes sociais não são tão sociais assim, são?”. A partir dessa reflexão, eles dizem que surgiu a vontade de criar uma rede que proporcionasse entretenimento, comunicação, diversão, exatamente como qualquer outra rede, mas que ao mesmo tempo o usuário pudesse colaborar para melhorar o mundo, sem precisar gastar nada a mais com isso.

Estágio atual:
O app começou a operar em formato beta em março deste ano e conta atualmente com quase 22 mil usuários. A Candowell está começando o trabalho de divulgação e iniciará campanhas publicitárias no começo do ano que vem. A startup tem sede em São Paulo e está abrindo um escritório em Nova York. Os sócios afirmam que, quando atingirem 1 milhão de usuários, farão a primeira doação de 100 mil dólares, independente de receita publicitária.

Aceleração:
Não teve.

Investimento recebido:
Os sócios receberam 3 milhões de dólares de aporte em duas rodadas de investimento family office.

Necessidade de investimento:
Os empreendedores planejam captar novos aportes, mas ainda estudam o valor.

Mercado e concorrentes:
“Há espaço para uma nova rede social ou qualquer proposta que junte uma necessidade da sociedade com uma potencial capacidade”, afirma João. Ele aponta que todas as redes sociais existentes podem ser consideradas concorrentes.

Maiores desafios:
“Fazer parte da vida das pessoas de forma relevante é um grande desafio. Isso envolve uma série de pequenos processos diários como agregar parceiros de conteúdo, buscar continuamente por tecnologias que surpreendam os usuários e contagiar as pessoas com o nosso propósito”, fala Matheus.

Faturamento:
Ainda não fatura.

Previsão de break-even:
2021.

Visão de futuro:
“O plano é estar presente, além de em todo o Brasil, nos Estados Unidos e na Europa ainda no primeiro ano de operação”, dizem os fundadores.

Onde encontrar:
Site
Contato

 

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