SPONSORS:

A Casa Beta é uma plataforma de cursos online e conteúdo criativo para mulheres

- 20 de junho de 2018

Nome:
Casa Beta.

O que faz:
É uma plataforma de conteúdo criativo e cursos online (de bordado a hand lettering) para mulheres.

Que problema resolve:
A sensação de falta de criatividade e o distanciamento do trabalho manual.

O que a torna especial:
Segundo a fundadora, a plataforma é feita por um time inteiramente feminino: da roteirização das aulas até a edição.

Modelo de negócio:
A Casa Beta lucra com a venda de aulas online (de 49 a 89 reais) e parcerias comerciais com marcas.

Fundação:
Maio de 2018.

Sócios:
Maria Fernanda Narciso — CEO
Arthur Feraud — CMO

Perfil dos fundadores:

Maria Fernanda Narciso — 28 anos, Montes Claros (MG) — é formada em Comunicação Social pela UFMG e pós-graduada em Gestão de Negócios pelo Insper. Tem passagem por empresas como Fiat e BRF.

Arthur Feraud  28 anos, Paris (França) — é formado em Publicidade e Propaganda na ISCOM Paris. É fundador da startup de mobilidade urbana francesa Ridy.

Como surgiu:
Maria Fernanda fala que a ideia surgiu de sua própria necessidade de contato e retorno à cultura  do “faça você mesmo”. Ela diz: “O brasileiro está começando a perceber o valor dos produtos feitos à mão: eles são únicos, carregam história e significado”. Para executar o projeto, ela conta que, junto ao sócio, escolheu temas relevantes dentro do segmento artesanal, como bordado, aquarela, crochê e hand lettering.

Estágio atual:
A Casa Beta conta com 20 funcionários freelancers e 1,4 mil usuárias inscritas na plataforma.

Aceleração:
Não teve.

Investimento recebido:
Os sócios investiram 100 mil reais de recursos próprios no negócio.

Necessidade de investimento:
Buscam captar 500 mil reais para investir na produção de novas videoaulas, em marketing e na formação de um time próprio.

Mercado e concorrentes:
“O mercado nos oferece muitas razões para sermos otimistas: o brasileiro está mais confiante para comprar online, o hábito de assistir a vídeos na internet não para de crescer e a tendência DIY está cada vez mais fortalecida”, diz Maria Fernanda. Ela aponta como concorrente indireto a eduK.

Maiores desafios:
“Estamos em um mercado novo, pouco explorado e não estruturado. Nosso maior desafio é construí-lo praticamente do zero e virar uma referência no segmento”, afirma a fundadora.

Faturamento:
Não informado.

Previsão de break-even:
Novembro de 2019.

Visão de futuro:
“Queremos ser uma plataforma referência e de grande abrangência no mercado criativo, capaz de influenciar e inspirar milhares de mulheres a se redescobrirem e incorporarem a criatividade em suas vidas”, conta Maria Fernanda.

Onde encontrar:
Site
Contato

 

Você tem uma startup que já é mais do que um sonho mas ainda não é uma empresa totalmente estabelecida? Escreva para a gente. Queremos conhecê-lo. E, quem sabe, publicar um perfil da sua iniciativa aqui na seção Acelerados. Esse espaço é feito para que empreendedores como você encontrem investidores. E para que gente disposta a investir em novos negócios encontrem grandes projetos como o seu.

9104 Total Views 1 Views Today
Veja também:

Com calçados veganos artesanais, a Urban Flowers propõe um olhar mais justo para a cadeia de produção

- 8 de abril de 2019

Pioneira no estilo minimalista chique para cozinha, a Il Casalingo é um case de lifestyle que virou negócio

- 14 de fevereiro de 2019
Larissa e Joanna queriam encontrar no Brasil os itens básicos e simples para a cozinha que viam em suas viagens ao exterior. Fizeram isso, sem deixar de colocar um toque nacional nos produtos. Deu certo.

A Descola demorou um pouco para alcançar as metas projetadas há quatro anos, mas hoje não para de crescer

- 15 de novembro de 2018
Da fundação da Descola, em 2014, permaneceram no negócio os sócios André Tanesi, Gustavo Paiva e Daniel Pasqualucci (da direita para a esquerda).