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A Enfoca Chatbots desenvolve robôs de atendimento virtual para o varejo

- 4 de julho de 2018

Nome:
Enfoca Chatbots.

O que faz:
Produz chatbots multifuncionais para sites ou redes sociais.

Que problema resolve:
Falta de qualidade no atendimento ao cliente e de padronização, além de baixa presença online no atendimento das empresas.

O que a torna especial:
Segundo os fundadores, a startup oferece soluções personalizadas para cada cliente e opções pré-prontas para implantações rápidas e de baixo custo.

Modelo de negócio:
A Enfoca Chatbots cobra cerca de 10 mil reais para desenvolver projetos sob demanda (mais uma taxa de 399,90 reais mensais de suporte). Já no modelo delivery, em que o próprio cliente cria seu chatbot e coloca no ar, é cobrada uma mensalidade que varia de 99,90 a 199,90 reais. Na versão para e-commerce, a partir de 2 mil reais e um fee de 1,5%.

Fundação:
Dezembro de 2016.

Sócios:
Bruno Vieira de Lima — CEO
Zaharie Cont Neto — CTO
Daniel Gustavo Marcelino Veiga — Desenvolvedor
Philippe Costa Alexandrino — Designer de criação

Perfil dos fundadores:

Bruno Vieira de Lima — 31 anos, Tubarão (SC) — trabalhou na Laratec e na Automatizzare.

Zaharie Cont Neto — 23 anos, Ponta Grossa (PR) — é formado em Sistemas para Internet na Unopar. Tem experiência como programador freeelancer.

Daniel Gustavo Marcelino Veiga — 20 anos, Ponta Grossa (PR) — tem experiência como programador freelancer.

Philippe Costa Alexandrino — 35 anos, Tubarão (SC) — é formado em Publicidade e Propaganda e pós-graduado em Branding e Criação Publicitária pela Unisul. É sócio da UP Marcas.

Como surgiu:
Os sócios contam que, em 2016, vencerem um hackathon de soluções públicas utilizando um chatbot baseado no IBM Watson. Após o evento, resolveram dar continuidade à proposta e fundaram a Enfoca Chatbots.

Estágio atual:
A startup conta com 30 clientes.

Aceleração:
Busca aceleração.

Investimento recebido:
Os sócios investiram 6 mil reais de recursos próprios na empresa e, depois, receberam um aporte, com valor não revelado por questões contratuais.

Necessidade de investimento:
Querem captar 300 mil de investimento-anjo para ganhar escala com soluções verticais de delivery e shopbot.

Mercado e concorrentes:
“O chatbot está entrando em seu momento de ‘hype’ no Brasil, então, as oportunidades estão surgindo cada vez mais e para todo mundo”, diz Bruno. Ele aponta como concorrentes a Nama, Take, Harlio e Smarters.

Maiores desafios:
“Atualmente, nossa maior dificuldade é suportar a demanda de desenvolvimento, pois temos uma equipe ainda pequena e que precisa de uns poucos braços a mais para poder multiplicar nosso resultado”, fala o CEO.

Faturamento:
45 mil reais (em 2017).

Previsão de break-even:
Agosto de 2018.

Visão de futuro:
“Queremos nos manter entre as dez maiores e melhores empresas de chatbots do país. E, quem sabe, em 2020, iniciar uma expansão internacional na América Latina ou até mesmo um exit”, afirma Bruno.

Onde encontrar:
Site
Contato

 

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