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A Eu Me Banco forma profissionais para a área de investimentos

- 19 de setembro de 2019

Nome:
Eu Me Banco.

O que faz:
Forma profissionais para atuarem na área de investimentos de bancos, corretoras e cooperativas.

Que problema resolve:
A falta de profissionais qualificados na área de investimentos, sem a certificação necessária para atuação ou com a certificação, porém sem conhecimento sobre o mercado financeiro.

O que a torna especial:
Segundo os fundadores, a escola oferece conteúdo relevante multiplataformas, além de ser a primeira startup educacional com foco na área de investimentos a oferecer os cursos por aplicativo.

Modelo de negócio:
A Eu Me Banco oferece cursos no meio digital e presencial em sua sede, em São Paulo. São três cursos online (CPA-10, CPA-20 e CEA), dois presenciais (CPA-20 e CEA) e quatro simulados (CPA-10, CPA-20, CEA e Ancord). No CPA-20, por exemplo, somente o simulado custa R$ 99,90, o curso online custa R$ 690 e o curso presencial custa R$ 790.

Fundação:
Março de 2019.

Sócios:
Fabio Andrades Louzada — CEO
Francielly Regina Vieira Louzada — COO
Paulo Ricardo Mignoni Louzada — CFO

Fundadores:

Fabio Andrades Louzada — 30 anos, Umuarama (PR) — é formado em Ciências Econômicas pela Unip e Gestão Financeira pela FGV. Pós-graduando em Finanças, Investment e Banking pela PUC-RS, possui as certificações CPA-10, CPA-20, CEA, ANCORD, CFP, CGA, CNPI, PQO e CFA Level I. Trabalhou como consultor de investimentos do Bradesco Prime, Santander Select, Citibank e Itaú Personalité.

Francielly Regina Vieira Louzada — 26 anos, Florianópolis (SC) — é formado em Administração pela Unisul, tem curso de especialização pela FGV em Gestão de Pessoas e possui as certificações CPA-10, CPA-20 e CEA. Trabalhou no Banco Mercantil do Brasil e no Bradesco.

Paulo Ricardo Mignoni Louzada — 57 anos, Erechim/RS — é formado em Administração pela Faculdade Santa Rita de Cássia. Trabalhou 37 anos no Bradesco na área de Auditoria. Tem larga experiência nos casos de Lavagem de Dinheiro.

Como surgiu:
Fabio conta que atuava no Itaú quando o banco estava expandindo a área de Consultoria de Investimentos, porém, a instituição não encontrava profissionais gabaritados para a vaga e, quando conseguia, o profissional não tinha a certificação necessária. Outro fator é que, mesmo com a certificação, os profissionais não conseguiam falar de mercado financeiro nas entrevistas e explicar os movimentos de curva de juros, por exemplo. “Notei que teria dois problemas para resolver: treinar para a certificação e treinar para o mercado. Foi assim que surgiu em setembro de 2018 o canal Eu Me Banco, no YouTube. Com as orientações no canal, muitos profissionais ampliaram o conhecimento sobre o mercado e conseguiram se dar bem nas entrevistas, dialogar sobre mercado financeiro, visto que além de passar um resumo, faço conexões do mercado com a vida real, facilitando o entendimento do tema. O segundo problema eu resolvi treinando alunos para certificações, pois dava aula para o grupo UOL. Com a saída do banco em março de 2019, a Eu Me Banco se tornou uma empresa com foco em certificações.”

Estágio atual:
A startup tem sede em São Paulo no bairro de Pinheiros, Zona Oeste,  conta com 450 alunos pagantes (desde abril) mais 50 bolsas de estudos. No canal do YouTube são 15 mil inscritos e uma lista de transmissão do “Acorda Mercado” no WhatsApp de 8 mil pessoas.

Aceleração:
Busca aceleração.

Investimento recebido:
Os sócios investiram R$ 30 mil na Eu Me Banco.

Necessidade de investimento:
“Estamos buscando R$ 80 mil para criar um estúdio próprio, como forma de melhorar a qualidade dos vídeos dos cursos e do canal no YouTube, além de contratar conteudistas para nossa empresa e ampliar a verba de marketing para além dos aproximadamente os R$ 1 mil atuais”, diz Fabio.

Mercado e concorrentes:
“O mercado está cada vez mais valorizando profissionais de investimentos: em um universo de mais de 250 mil bancários somente entre Santander, Itaú e Bradesco, apenas 6 mil profissionais ao todo têm essa certificação. O segmento de investimentos tem muito a crescer e a certificação é um pré-requisito para ampliar as perspectivas de carreira”, conta o CEO. Ele aponta com concorrentes a EA Certificações, Lucas Silva e T2 Educação.

Maiores desafios:
“Temos alguns problemas no dia a dia da empresa, ainda estamos em três sócios e sem funcionários. Há uma demanda muito grande que não estamos dando conta 100%, por isso temos que otimizar processos e trazer pessoas para o nosso negócio.”

Faturamento:
R$ 37 mil (em agosto).

Previsão de break-even:
Foi atingido em julho deste ano.

Visão de futuro:
“Trabalhamos para ser a maior referência para o profissional que sonha em atuar com investimentos. Queremos ser a empresa com o maior market share dentro do mercado de certificações, no online e no presencial, no qual queremos testar um modelo de franquia para todo o Brasil. Além disso, queremos colocar mais cursos na nossa prateleira e aumentar o faturamento da empresa gerando engajamento nos profissionais”, afirma Fabio.

Onde encontrar:
Site
Contato

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