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A Giro.Tech reduz o custo de capital de giro para micro e pequenas empresas

- 10 de outubro de 2019

Nome:
Giro.Tech.

O que faz:
É um plataforma que reduz custo de capital de giro para micro e pequenas empresas.

Que problema resolve:
A fintech integra o sistema da compradora à sua plataforma e conecta as solicitações de antecipação ao sistema do financiador da operação, que pode ser um Fundo de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDC), disponibilizando a este os recebíveis e o status de que o serviço ou o produto já foi entregue e que não terá contestações futuras. Com isso, garante ao FIDC um risco menor de calotes ou fraudes, restando a ele apenas o risco de crédito da grande empresa que está comprando.

O que a torna especial:
“Somos terceirizados na atividade de administração de antecipações à fornecedores de grandes empresas. Se a Compradora faz a operação internamente, existe a necessidade de alocar equipes, equipamentos e infraestrutura. A produtividade nesse caso tende a ser baixa e assim buscamos nos especializar nesse processo para entregar o serviço da forma mais eficiente possível e com o mínimo de trabalho manual. Utilizamos as mais recentes tecnologias e processos para otimizar a operação e maximizar o volume de antecipações”, dizem os sócios.

Modelo de negócio:
A startup fica com 0,2% do valor de cada antecipação.

Fundação:
Janeiro de 2017.

Sócios:
Ronaldo Campos de Oliveira — CEO
Deividi Cavarzan — CTO
Fabricio Vermelho Martins — Cofundador

Fundadores:

Ronaldo Campos de Oliveira — 33 anos, Curitiba (PR) — é formado em Tecnologia da Informação pela Universidade Federal do Paraná. É cofundador da Esparta Tecnologia e Inovação.

Deividi Cavarzan — 34 anos, Curitiba (PR) — é formado em Engenharia Elétrica pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná . É cofundador da Esparta Tecnologia e Inovação.

Fabricio Vermelho Martins — 46 anos, Curitiba (PR) — é formado em Ciência da Computação pela PUC-PR. É sócio da Monetiza Investimentos.

Como surgiu:
A Giro.Tech surgiu do encontro da Esparta (de Ronaldo e Deividi), focada em tecnologia, e da Monetiza Investimentos (de Fabricio), que atua no mercado financeiro e trabalha há bastante tempo com recebíveis. As duas continuam no mercado, mas, em 2017, deram origem à Giro, que une esses conhecimentos. A fintech foi uma das finalistas do Rocket Startup, promovido pela GRPCom, filiada da Globo no Paraná (um reality show cujo intuito era eleger a startup paranaense que mais se destacasse nos quesitos empreendedorismo e inovação).

Estágio atual:
A startup tem com uma equipe de cinco pessoas, três grandes empresas como clientes e mais de 2 mil fornecedores cadastrados nos programas ativos, tendo operado cerca de R$ 30 milhões em antecipações de recebíveis.

Aceleração:
Estão sendo acelerados pela HotMilk e por Itamir Viola, da ViaSoft.

Investimento recebido:
Os sócios investiram R$ 250 mil na criação da plataforma.

Necessidade de investimento:
Não buscam.

Mercado e concorrentes:
“O mercado de negociação de duplicatas no Brasil hoje tem um volume anual de R$ 660 bilhões ano, podendo chegar a R$ 1,5 trilhões em três anos. Vemos um cenário muito otimista para nossa atuação nesse mercado dominado por bancos com programas de muito baixa performance”, afirma Ronaldo. Existem plataformas com propostas semelhantes, como a Antecipa Fácil.

Maiores desafios:
“Conseguir novos clientes para operar os seus programas de financiamento a fornecedores. Como nosso target são empresas de porte muito grande,  temos algumas barreiras para chegar no tomador de decisão”, diz o CEO.

Faturamento:
R$ 7.700 mensais, em média.

Previsão de break-even:
Dezembro de 2019.

Visão de futuro:
“Nossa meta é nos tornarmos uma prestadora de serviços no modelo Bank as a Service, apoiando empresas a terem suas próprias operações de financiamento dentro de casa, sem ter que abrir uma financeira própria”, conta Ronaldo.

Onde encontrar:
Site
Contato

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