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A GoFinder quer facilitar a busca por vagas de empregos

- 27 de setembro de 2017

Nome:
GoFinder.

O que faz:
A startup reúne em sua plataforma anúncios de mais de 50 sites de vagas de emprego.

Que problema resolve:
O negócio quer ajudar os usuários a economizarem tempo na hora da pesquisa.

O que a torna especial:
Uma equipe de headhunters classifica cada uma das propostas antes de enviá-la e o usuário pode destacar as que não geraram interesse para não receber mais ofertas desse tipo.

Modelo de negócio:
A empresa pretende lucrar com a assinatura do serviço, de 18,90 reais mensais.

Fundação:
Agosto de 2016.

Sócios:
Victor Varandas — Diretor Executivo
Laura Segouras — Diretora de Operações
Ana Paula de Mello — Diretora de Relacionamento

Perfil dos fundadores:

Victor Varandas — 36 anos, Vitória (ES) — é formado em Engenharia Metalúrgica pela Universidade Federal de Ouro Preto. Trabalhou nas empresas Alcan, Alcoa, Michael Page, Votorantim e VES RH.

Laura Segouras — 42 anos, São Paulo (SP) — é formada em Administração de Empresas pela ESPM e Psicologia pelo Mackenzie. É sócia da VES RH e atuou como Executive Search para as consultorias Tasa e Passarelli.

Ana Paula de Mello — 40 anos, São Paulo (SP) — é formada em Terapia Ocupacional pela Universidade Católica Dom Bosco e pós-graduada em Administração de Empresas pela FAAP. Trabalhou como Executive Search em consultorias como Passarelli, SGS do Brasil e VES RH.

Como surgiu:
Laura e Victor, que já eram sócios em uma consultoria de seleção de executivos, perceberam a dificuldade dos próprios profissionais em buscarem o próximo passo em suas carreiras. “As dúvidas comuns trazidas pelos entrevistados eram: em que sites estão as vagas, como montar um currículo, o que escrever no perfil das redes sociais”, diz Victor.  Para tentar ajudar a solucionar essas questões, os dois tiveram a ideia de criar a plataforma.

Estágio atual:
A startup começou a operar em junho deste ano e disponibilizou o serviço de forma gratuita para 800 pessoas. A meta é chegar a 1.5000 usuários pagantes até o fim do ano.

Aceleração:
Não teve.

Investimento recebido:
Os sócios investiram 250 mil reais do próprio bolso.

Necessidade de investimento:
Há planos para buscar investimento no futuro, mas agora, o foco é atrair usuários.

Mercado e concorrentes:
“Entendemos que o mercado, após um momento de recuo econômico, está propício para o nosso negócio, com vários profissionais em busca de recolocação, ou mesmo, uma nova proposta de carreira”, diz Victor. Existem plataformas que oferecem um serviço semelhante, como a Indeed ou a Jobzi.

Maiores desafios:
“Possuímos uma visão de modelo de negócios offline e ainda há um aprendizado no que tange o comportamento dos usuários no mundo online”, conta o diretor executivo.

Faturamento:
Ainda não fatura.

Previsão de break-even:
Dezembro deste ano.

Visão de futuro:
“A GoFinder começa como uma plataforma de busca de vagas, mas quer ser muito maior. Entendemos que podemos ajudar, além de profissionais, as empresas que têm processos seletivos dificultados pelo volume de informação que a divulgação online gera”, afirma Victor.

Onde encontrar:
Site
Contato

 

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