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A Iara Health transcreve prontuários e laudos na área de radiologia

- 20 de junho de 2019

Nome:
Iara Health.

O que faz:
Desenvolve soluções de inteligência artificial para facilitar o dia a dia de médicos e de profissionais da área de radiologia, transcrevendo prontuários e laudos.

Que problema resolve:
Melhorar a precisão dos diagnósticos. Dentre os outros projetos desenvolvidos pela empresa, destacam-se o algoritmo para cálculo da idade óssea, identificação automática de contraste em tomografias de crânio e detecção de pneumonia.

O que a torna especial:
Segundo os fundadores, o produto é o primeiro 100% nacional e a startup está desenvolvendo um assistente virtual para o médico, “algo que só é feito fora do país”. Ainda de acordo com os sócios, a solução apresenta níveis de acurácia acima de 98%.

Modelo de negócio:
A Iara Health cobra uma assinatura mensal de 295 reais por usuário que dá direito a todas atualizações.

Fundação:
Janeiro de 2018.

Sócios:
Marcelo Dalcin — cofundador e conselheiro médico
César Cavion — cofundador e conselheiro médico
Jóse Eduardo Venson — cofundador e diretor do projeto
Alesson Scapinello — cofundador e cientista de dados
Daniel Souza — cofundador e cientista de dados
Bernardo Henz — cofundador e cientista de dados

Fundadores:

Marcelo Dalcin — 32 anos, Santa Maria (RS)  é formado em Medicina pela UFSM, com especialização em radiologia e diagnóstico por imagem e e em imagem do sistema musculoesquelético. Trabalhou na Tomoclínica, em Canoa (RS), e na Medvia Diagnóstico, em Porto Alegre.

César Cavion — 32 anosPorto Alegre (RS)  é formado em Medicina pela UFSCPA, com especialização em radiologia e diagnóstico por imagem e em imagem do abdome. Trabalhou no Hospital Geral de Caxias (RS) e no Hospital Moinhos de Ventos de Porto Alegre.

José Eduardo Venson 25 anos, Santo Antônio do Sudoeste (SC)  é formado em Ciência da Computação pela UFFS e é mestre em Ciência da Computação pela UFRGS. Trabalhou na Medvia Diagnóstico.

Alesson Scapinello — 25 anos, Salete (SC) é formado em Ciência da Computação pela UFFS e é mestre em Ciência da Computação pela UFRGS. Trabalhou na HP.

Daniel Souza — 23 anos, Porto Alegre (RS) é formado em Ciência da Computação com dupla titulação no Brasil e na França pela UFRGS e pela Universidade de Montpellier. Trabalhou na Animati e na Medvia Diagnóstico.

Bernardo Henz — 28 anos, Santa Maria (RS) — é formado em Ciência da Computação pela UFSM e é mestre e doutor em Ciência da Computação pela UFRGS. É professor no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Farroupilha.

Como surgiu:
Marcelo conta que a ideia surgiu quando ele, César e José trabalhavam na Medvia Diagnóstico. “Sempre nos deram espaço para desenvolver projetos e soluções em equipe e, há dois anos e meio, começamos a criar um reconhecimento de voz para resolver o problema de ditado de laudos em radiologia. Primeiro, desenvolvemos um projeto dentro da empresa onde trabalhávamos, montamos uma equipe para isso e conseguimos prototipar um sistema para os médicos da organização utilizarem. Percebemos que havia potencial de se criar algo mais amplo nisso e decidimos montar a Iara Health.” Nesse momento, entraram na equipe Daniel, que era estagiário da empresa onde trabalham os três primeiros sócios, e Álesson e Bernardo, ambos já conhecidos do José Eduardo.

Estágio atual:
A empresa está em fase de tração e escalando a operação.

Aceleração:
Não teve.

Investimento recebido:
Os sócios investiram 250 mil reais no negócio.

Necessidade de investimento:
Não buscam investimento no momento.

Mercado e concorrentes:
“O mercado é bastante amplo, temos 15 mil radiologistas no Brasil, 400 mil médicos e muitos outros profissionais da área da saúde que podem ter sua rotina de trabalho aprimorada com a presença de um assistente virtual com reconhecimento de voz”, afirma Marcelo. “Hoje, no Brasil, a única concorrência que temos é na parte de reconhecimento de voz para ditado de laudos médicos — o que é apenas uma parte do que fazemos –, sendo que os concorrentes são o Voice Report Direct  e o Google Voice.”

Maiores desafios:
“Atualmente nosso maior desafio é o desenvolvimento de um assistente virtual, além das questões comerciais, algo que ainda não está bem estabelecido. Temos uma equipe extremamente qualificada de desenvolvedores, mas quando houver a necessidade de aumentar o time, sabemos que teremos certa dificuldade, pois praticamente não existem pessoas com expertise na área de AI e machine learning no país.”

Faturamento:
Não informado.

Previsão de break-even:
Julho de 2019.

Visão de futuro:
“Queremos ser referência em assistentes virtuais para a área médica no Brasil, desenvolvendo tecnologia com o que há de estado da arte em machine learning e acompanhando a evolução e necessidades dos nossos clientes. Além disso, queremos ficar conhecidos por sermos uma empresa com uma boa cultura interna e ambiente de trabalho que provoque criatividade e inovação em nossa equipe”, conta o cofundador.

Onde encontrar:
Site
Contato

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