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A InCENTive converte centavos de compras de cartões de crédito em fundos para empresas e projetos

- 1 de outubro de 2019

Nome:
InCENTive.

O que faz:
A startup desenvolveu uma tecnologia inédita que converte centavos de compras de cartões de créditos em fundos para ONGs, crowdfundings e empresas de diversos segmentos.

Que problema resolve:
Gera recursos de forma recorrente através de uma solução baseada no arredondamento dos centavos das transações dos cartões de crédito. Os recursos são transferidos diretamente para o projetos escolhidos pelos usuários

O que a torna especial:
Segundo os fundadores, a  tecnologia desenvolvida pela InCENTive dribla os entraves do mundo físico, ou seja, processa as transações de diversos estabelecimentos comerciais espalhados pelo Brasil, bem como de todos os canais digitais. “Em linhas gerais estamos aptos a processar as 36.000 transações de cartão de crédito que ocorrem por minuto no Brasil. Além de inédito, é um negócio que garante total transparência entre as partes”, afirma o CEO.

Modelo de negócio:
A startup opera no B2B, com os clientes utilizando a tecnologia para criar produtos alinhados às suas estratégias de negócios.

Fundação:
Novembro de 2017.

Sócios:
Cristiano Masetto — CEO
Erick Sá — COO
Gustavo Axer — CMO
Alexandre Boneto — CTO
Ricardo Rodrigues — CRO

Fundadoras:

Cristiano Masetto — 41 anos, Bandeirantes (PR) — é formado em Publicidade pela Universidade de Ribeirão Preto, com MBA em Gestão de Empresas pela FGV e em Empreendedorismo e Inovação pela Babson College. Foi COO da DeSimoni e cofundou a agência Maria do Brasil.

Erick Sá — 50 anos, São Paulo (SP) — é formado em Desenho Industrial pelo Mackenzie. Foi diretor de operações da BFerraz e cofundou a agência Maria do Brasil.

Gustavo Axer — 41 anos, Governador Valadares (MG) — é formado em Publicidade pela Universidade de Ribeirão Preto, com pós-graduação em Marketing pela ESPM e mestrado em Marketing Esportivo pela FUMEC. Trabalhou na DNA Propaganda e cofundou a agência Maria do Brasil.

Alexandre Boneto — 44 anos, São Paulo (SP) — é formado em Gestão de Processos pelo Centro Universitário Senac, com pós-graduação em Gestão e Governança da Tecnologia da Informação pela mesma instituição. Trabalhou na Pluris Midia.

Ricardo Rodrigues — 56 anos, São Paulo (SP) — é formado em Administração e Marketing pela Anhembi Morumbi. Trabalhou na Huawei e foi Regional Sales Manager Latam e Caribnean da Highwinds.

Como surgiu:
Segundo os sócios, a criação da startup foi motivada por alguns movimentos inevitáveis de transformação na humanidade. “Um deles é a digitalização das moedas, que se por um lado ainda tem um desafio enorme, sobretudo no Brasil, em função das nossas características continentais, por outro lado já é realidade nos principais centros econômicos brasileiros, principalmente para os mais jovens, que já são nativos digitais e claro já entendem as transações por meio de pagamento como naturais. O outro é a característica sociocultural que mudou radicalmente as relações humanas e de consumo. Hoje temos pessoas mais antenadas, colaborativas e que acreditam que em rede são mais relevantes do que sozinhos”, diz Cristiano. Analisando essas questões, os cofundadores entenderam o “poder da micro geração de recursos”.

Estágio atual:
A tecnologia foi lançada oficialmente no mês de agosto em parceria com a Mastercard, primeira bandeira da plataforma, sendo que a negociação com outras já estão em andamento. O MVP está sendo testado a AACD/Teleton, mas a startup já fechou contrato com sete empresas do terceiro setor e está em negociação com mais 12.

Aceleração:
Não teve.

Investimento recebido:
Os sócios investiram R$ 1 milhão na startup.

Necessidade de investimento:
Há planos para uma oferta de seed capital, na ordem de R$ 10 milhões para a sustentação dos planos de crescimento.

Mercado e concorrentes:
“Já houve uma mudança na característica de consumo da sociedade brasileira em que a moeda física está cada vez mais caindo em desuso, então, acreditamos que a adesão ao sistema está facilitada”, conta Cristiano. Ele diz que a empresa está criando uma nova forma de gerar negócios com centavos que até aqui são desprezados pela grande maioria das pessoas. “Estamos gerando uma nova fonte de recursos para empresas, entidades e, em breve, até mesmo para pessoas físicas. Ou seja, não temos concorrentes hoje.”

Maiores desafios:
“Estimular a cultura empresarial de que a tecnologia não nasceu para ser exclusividade do terceiro setor, e sim para ser aplicada a diversos negócios, como companhias aéreas, clubes de futebol, empresas de entretenimento, aquisição de bens de serviço ou ainda crowdfunding”, afirma o CEO.

Faturamento:
Não informado.

Previsão de break-even:
“Será atingido em dez meses.”

Visão de futuro:
“Nossa estratégia de crescimento está baseada em três focos paralelos. O primeiro é levar a lógica dos centavos para os mais variados setores da economia. O segundo é melhorar as ferramentas de ativação da base dos usuários para os nossos parceiros, até chegarmos ao ponto de agregarmos os serviços financeiros como wallet, previdência e meio de pagamento. E o terceiro, e imediato, é levar esta tecnologia para outros países, em que a lógica do arredondamento dos centavos tenha aderência e relevância econômica. Por isso, além do processo de patente no Brasil, nosso pedido de patente nos EUA”, diz Cristiano.

Onde encontrar:
Site
Contato

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