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A Livance oferece consultórios flexíveis para profissionais de saúde

- 24 de janeiro de 2018

Nome:
Livance.

O que faz:
É uma solução pay-per-use de consultórios para profissionais de saúde.

Que problema resolve:
A startup busca oferecer maior flexibilidade e reduzir os custos fixos e o tempo gasto com tarefas administrativas dos profissionais da área que precisam de um espaço para atuar.

O que a torna especial:
De acordo com os fundadores, o negócio disponibiliza infraestrutura completa naos consultórios, além de cartão de visitas, linha telefônica e site próprio com agendamento online

Modelo de negócio:
A Livance cobra uma mensalidade de 236 reais, além de 1 real por minuto pelo uso da sala quando ocorre uma consulta.

Fundação:
Janeiro de 2017.

Sócios:
Claudio Mifano — CEO
Fabio Soccol — COO
Gustavo Machado — CPO

Perfil dos fundadores:

Claudio Mifano — 36 anos, São Paulo (SP) — é formado em Administração pela FGV e Masters of Science in Management pela Universidade de Stanford. Foi diretor e sócio da Claritas Investimentos.

Fabio Soccol — 41 anos, São Paulo (SP) — é formado em Medicina pela Faculdade de Medicina do ABC, com especialização em Oftalmologia pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia e MBA em Gestão de Serviços de Saúde pela Unifesp. Patenteou dispositivos médicos na área de Oftalmologia e foi consultor médico na Intersystems.

Gustavo Machado — 40 anos, São Paulo (SP) — é formado em Engenharia Mecânica pela Unicamp e Masters of Science in Management pela Universidade de Stanford. Foi diretor de estratégia na Lopes e Viver Incorporadora.

Como surgiu:
Fabio conta que já sofreu na pele todas as dificuldades que os profissionais de saúde passam ao tentar montar e manter um consultório. Ele já abriu, investiu, fechou, sublocou, se juntou a colegas e atendeu em clínicas particulares. Em uma conversa inicial com os outros dois amigos que também queriam empreender, resolveu mergulhar nesse mercado em busca de facilitar todo o processo burocrático enfrentado por quem quer um espaço para atender. Entrevistaram pessoas e estudaram modelos de sucesso no exterior até chegarem ao formato da Livance.

Estágio atual:
A primeira unidade conta com 13 consultórios e um espaço de coworking com profissionais de mais de 20 especialidades.

Aceleração:
Não teve.

Investimento recebido:
Os sócios receberam um aporte de 3 milhões de reais.

Necessidade de investimento:
A startup quer captar mais de 10 milhões de reais nos próximos dois anos para a expansão.

Mercado e concorrentes:
“O consultório próprio tradicional vai virar raridade. A nova geração já quer ter um local para usar e pagar só quando precisar. Temos visto também profissionais mais experientes questionando seu consultório próprio e migrando para nossa solução”, diz o Claudio. Existem plataformas com serviços semelhantes, como o Locou, que oferece espaços de trabalho compartilhado para diversos profissionais, inclusive médicos.

Maiores desafios:
“Tornar o negócio conhecido no mercado e trazer os profissionais para visitar o local”, conta o CEO.

Faturamento:
Não informado.

Previsão de break-even:
Primeiro semestre de 2018.

Visão de futuro:
“Ser uma rede em todo o Brasil, tanto com unidades próprias quanto white label para operadoras de saúde e hospitais”, afirma Claudio.

Onde encontrar:
Site
Contato

 

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