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A Monest é uma empresa de recuperação de crédito focada em PMEs

- 27 de agosto de 2019

Nome:
Monest.

O que faz:
É uma empresa de recuperação de crédito focada em PMEs.

Que problema resolve:
Viabiliza um processo profissional de cobrança, um acompanhamento detalhado das ações realizadas e uma comunicação omnichannel, além de reduzir o ruído no relacionamento pós-venda.

O que a torna especial:
Segundo os fundadores, para resolver a inadimplência das empresas, a Monest realiza diversas ações de cobrança, seja por SMS, e-mail, WhatsApp ou ligações telefônicas, destacando para o devedor sempre os benefícios de quitar as dívidas e manter o relacionamento com a credora.

Modelo de negócio:
A startup trabalha com dois planos, um para carteiras abaixo de R$ 1 milhão, no qual é cobrada uma mensalidade de R$ 69,90 e uma taxa de comissionamento de 15% sobre o valor recuperado. Para carteiras com o acumulado acima desse valor, o comissionamento é totalmente personalizado e isento da mensalidade.

Fundação:
Setembro de 2018.

Sócios:
Thiago Oliveira — CEO
Rafael Pedroso — CDO
Toni Oliveira — COO

Fundadores:

Thiago Oliveira — 27 anos, Curitiba (PR) — é formado em Sistemas de Informação, pela PUC-PR. Fundou o Hotel Já, atuou como CTO da Hero99 e da Beracode.

Rafael Pedroso — 33 anos, Curitiba (PR) — é capacitado no curso The Inovative Process pelo Massachusetts Institute of Technology. Trabalhou na GVT, Wise Up e Grupo Abril.

Toni Oliveira — 58 anos, Curitiba (PR) — é formado em Direito pela Universidade São Francisco (USP). Trabalhou no HSBC, BMG, Paraná Banco, no escritório Mieko Ito Advogados e na PUC-PR.

Como surgiu:
A Monest surgiu com a junção de duas verticais de conhecimento. A primeira delas com a experiência de mais de 25 anos em cobranças de inadimplentes, por meio de Toni, que atuou diretamente na recuperação de crédito dos grandes bancos brasileiros. Une-se a isso a experimentação em Machine Learning, realizada por Thiago. A experiência resultou em um algoritmo que previa o potencial de pagamento de uma dívida.

Estágio atual:
E empresa conta com uma estrutura em Curitiba e mais de 15 funcionários. A base de clientes chega a quase 100 e um valor de inadimplência administrado acima de R$ 6 milhões.

Aceleração:
Não teve.

Investimento recebido:
Investimento próprio e aporte de investidores-anjo R$ 500 mil. 

Necessidade de investimento:
De acordo com os sócios, há alguns investidores interessados já em negociação. O ticket mínimo buscado é de R$ 1 milhão para o tração da empresa.

Mercado e concorrentes:
“O mercado é imenso, já que 40,3% da população adulta está com dívidas atrasadas e negativadas. Com o agravante de que há 60 milhões de brasileiros desbancarizados”, diz Thiago. Como concorrentes, ele aponta a Pagou Fácil e Debitto. 

Maiores desafios:
“A principal dificuldade hoje é tracionar. Para que a empresa cresça de forma exponencial se faz necessário maior investimento em marketing e pessoas, por consequência, aumentando a capacidade de fechamento de novos negócios e também de recuperação.”

Faturamento:
Não informado.

Previsão de break-even:
Fevereiro de 2020.

Visão de futuro:
“Se tornar uma ferramenta indispensável para as pequenas e médias empresas que sofrem com inadimplência”, conta o CEO.

Onde encontrar:
Site
Contato

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