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A Nutriens quer democratizar o acesso a frutas e verduras orgânicas

- 4 de janeiro de 2019

Nome:
Nutriens.

O que faz:
É um serviço de assinatura semanal de cestas de frutas e verduras orgânicas produzidas por pequenos produtores de várias regiões de São Paulo e revendidas por pessoas da periferia.

Que problema resolve:
Para os consumidores, é uma forma de facilitar o acesso a produtos orgânicos. Para os revendedores, é uma alternativa de renda e uma forma de empreenderem na periferia.

O que a torna especial:
Segundo os fundadores, o negócio promove o consumo mais saudável de alimentos e o empreendedorismo em comunidades periféricas.

Modelo de negócio:
Os revendedores ficam com 30% do valor da cesta, que varia de 71,28 a 156 reais.

Fundação:
Setembro de 2018.

Sócios:
Henrique Castan — Fundador
Natalia Castan — Cofundadora

Perfil dos fundadores:

Henrique Castan — 36 anos, São Paulo (SP) — é formado em Marketing pela Anhembi Morumbi. É sócio das empresas de educação Grupo Unite e Blox.

Natalia Castan — 37 anos, São Paulo (SP) — é formada em Direito pela UNIP. É sócia das empresas de educação Grupo Unite e Blox.

Como surgiu:
Henrique conta que a ideia surgiu há sete anos, quando os sócios pensaram em uma maneira de facilitar o acesso à alimentação saudável e, ao mesmo tempo, tornar a venda de alimentos orgânicos uma fonte de renda adicional para pessoas que vivem em comunidades. Apenas em 2018, o negócio tomou forma, após diversas pesquisas de mercado, cenário social e segmentação de personas.

Estágio atual:
A empresa conta com cerca de 30 revendedores das cestas e aproximadamente 100 assinantes nas comunidades de Capão Redondo, Brasilândia, Parelheiros e Campo Limpo.

Aceleração:
Foram acelerados pela Artemisia.

Investimento recebido:
Os sócios investiram 320 mil reais de recursos próprios na Nutriens.

Necessidade de investimento:
Os empreendedores querem captar 500 mil reais para expandir a operação para outras cidades e estados.

Mercado e concorrentes:
“As pessoas estão cada vez mais conscientes do seu papel no momento da compra, de qual fornecedor escolher e qual causa abraçar”, fala Henrique. Ele aponta como concorrentes os supermercados que vendem orgânicos. Existem negócios com propostas semelhantes como a Raizs e o Leve Bem

Maiores desafios:
“Encontrar produtores familiares com o selo de orgânico apenas dentro do raio que inicialmente havíamos estabelecido”, diz Natalia.

Faturamento:
20 mil reais por mês.

Previsão de break-even:
Fevereiro de 2019.

Visão de futuro:
“Queremos atingir a marca de 2,5 mil assinaturas, 800 revendedores e faturamento anual de 4,8 milhões de reais em 12 meses de operação”, contam os sócios.

Onde encontrar:
Site
Contato

 

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