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A Partyou quer facilitar a gestão financeira dos universitários

- 18 de março de 2019

Nome:
Partyou.

O que faz:
É uma fintech focada na gestão financeira de entidades acadêmicas e alunos.

Que problema resolve:
A startup busca facilitar a rotina de atléticas e centros acadêmicos que na maioria dos casos faz suas transações em dinheiro.

O que a torna especial:
A plataforma oferece a possibilidade de vender online, registrar vendas físicas e emitir QR Codes. “Assim, eles conseguem se organizar logisticamente e financeiramente, controlar estoque e retirada de produtos, saber quanto venderam e por qual forma de pagamento. Isso evita desorganização, desinformação e erros humanos. Também oferecemos maquininha de cartão sem custo de mensalidade”, afirmam os sócios.

Modelo de negócio:
O negócio cobra uma taxa de 5% nas transações online e de 2,5 a 3,5% nas maquininhas. E agora pretende cobrar também por serviços bancários.

Fundação:
Julho de 2016.

Sócios:
Otávio Dutra – CEO
Thais Mellone – COO
Leandro Souza – CTO

Perfil dos fundadores:

Otávio Dutra — 29 anos, Ribeirão Preto (SP) — é formado em Economia pela FEA-USP. Trabalhou na Biofilica Investimentos Ambientais e na Audsat.

Thais Mellone — 27 anos, Campinas (SP)  é formada em Contabilidade FEA-USP ; Trabalhou na Johnson&Johnson.

Leandro Souza — 34 anos , Santo André (SP) — é formado em Ciência da Computação pela UFSCAR. Trabalhou na Freeddom e na Medicinia.

Como surgiu:
Os sócios contam que tiveram a ideia de montar uma empresa que facilitasse transações financeiras entre as pessoas. Durante a virada de 2017 para 2018, no período de aceleração na Startup Farm, ampliaram o modelo de negócio para atender as necessidades financeiras do maior nicho de clientes que identificaram: os universitários.

Estágio atual:
A Partyou tem escritório em São Paulo, conta com 12 funcionários, 32 mil usuários e 105 entidades estudantis usando a ferramenta. Neste ano, o negócio finalizou a programação de seu aplicativo e conta digital para se aproximar cada vez mais da realidade dos estudantes.

Aceleração:
A startup foi acelerada pela Startup Farm entre 2017 e 2018.

Investimento recebido:
Os sócios receberam 2,13 milhões de reais de investidores-anjos, crowdfunding da Startup Farm e da agência de fomento regional ao empreendedorismo Desenvolve SP entre 2016 e 2018. Além de 300 mil reais em equity crowdfunding pela plataforma Kria.

Necessidade de investimento:
Os fundadores querem captar 1,7 milhão de reais para investir na expansão do time, em marketing e emissão de cartões.

Mercado e concorrentes:
“É um processo de desverticalização do banco. Não queremos ser como os grandes, que querem vender todos os tipos de produtos financeiros que desenvolvem, mesmo não sendo os melhores naquilo”, diz Otávio. Ele cita como concorrentes o Santander, Banco do Brasil, Next, Neon, Nubank.

Maiores desafios:
“Rollout da conta para alunos com mesmo sucesso que para entidades”, afirma o CEO.

Faturamento:
100 mil reais (em 2018).

Previsão de break-even:
2021.

Visão de futuro:
“Mudar a relação do universitário com seu dinheiro, permitindo que atinjam seu potencial máximo e criar uma geração com hábitos financeiros melhores”, conta Otávio.

Onde encontrar:
Site
Contato

 

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