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A Primeiro Job quer ajudar a inserir jovens entre 14 e 24 anos no mercado de trabalho

- 12 de setembro de 2018

Nome:
Primeiro Job.

O que faz:
É uma plataforma de vagas focada em ajudar jovens a conquistarem o primeiro emprego.

Que problema resolve:
Ajuda a conectar jovens (entre 14 e 24 anos que se enquadrem em programas de aprendiz e estágio) com empresas que precisam cumprir cotas e estejam dispostas a desenvolver esses talentos.

O que a torna especial:
A empresa tem o propósito de contribuir com a diminuição do alto índice de desemprego entre os jovens no Brasil, que, segundo os fundadores, sãos mais afetados pela crise. Eles ainda afirma que a plataforma é a única do país focada no primeiro emprego, pois a maioria das iniciativas do tipo são tocadas por ONGs e não possuem espaço digital.

Modelo de negócio:
A Primeiro Job é gratuita para o usuário e os sócios pretendem cobrar uma taxa das empresas para divulgar suas vagas, além de oferecer cursos online (tanto grátis como pagos) e consultorias para a criação de perfis de LinkedIn, currículo, entre outros.

Fundação:
Julho de 2017.

Sócios:
Rodrigo Oliveira — Fundador
André Del Rio — Cofundador

Perfil dos fundadores:

Rodrigo Oliveira — 23 anos, São Paulo (SP) — estuda Marketing na Anhembi Morumbi. Trabalhou na área de RH em empresas como ABB Brasil e B2W Digital.

André Del Rio 25 anos  São Paulo (SP) — é formado em Produção Multimídia pela Faculdade Metropolitana Unidas e em Redes de Sistemas e Telecomunicações pelo SENAI-SP. Trabalhou na Stefanini.

Como surgiu:
Rodrigo conta que ele e o sócio estavam desempregados, entre 2016 e 2017, e mandavam diversos currículos por dia por diferentes meios, mas nada de receberem respostas. Ele disse que, em meio a crise do desemprego, começou a notar que a maioria das notícias falava que os jovens eram os mais afetado por serem menos experientes. Rodrigo decidiu, então, chamar o atual sócio e amigo André e, juntos, criaram a plataforma, onde começaram a cadastrar manualmente as vagas que encontravam na internet. Já o envio de CVs era feito para o próprio e-mail da dupla. Com o tempo, os sócios passaram também a divulgar vagas em um grupo no Facebook, o que facilitou o trabalho de inserção na base de dados.

Estágio atual:
A plataforma funciona em versão beta e conta com aproximadamente 5 mil usuários cadastrados e 100 vagas disponíveis.

Aceleração:
Não teve.

Investimento recebido:
Os sócios investiram apenas 200 reais para o aluguel do servidor e a compra do domínio da plataforma.

Necessidade de investimento:
Os empreendedores querem captar investimento, mas agora estão em busca de um mentor.

Mercado e concorrentes:
“Apesar dos diversos sites de vagas existentes no Brasil, poucos possuem a proposta focada totalmente em jovens e em primeiro emprego. A cada ano, diversos adolescentes terminam o Ensino Médio sem perspectivas de trabalho. Queremos reverter esse cenário e acreditamos que seja possível”, fala Rodrigo. Ele aponta como concorrentes o CIEE, o Nube, o Wall Jobs e o 99Jobs.

Maiores desafios:
“Temos alguns problemas com relação a lei de aprendizagem, que exige que o jovem, após contratado, estude e faça algum curso profissionalizante em alguma instituição. A questão é que geralmente essa instituição é quem contrata o jovem e terceiriza para trabalhar na empresa. Não queremos vínculo trabalhista com os jovens aprendizes, queremos apenas conectá-los com empresas, abrindo oportunidades e diminuindo a burocracia. O segundo problema é em relação ao desenvolvimento da tecnologia, que vem caminhando a passos curtos”, conta o fundador.

Faturamento:
Ainda não fatura.

Previsão de break-even:
Segundo semestre de 2019.

Visão de futuro:
“Queremos nos tornar uma empresa especializada em inserir jovens no mercado de trabalho. Ser referência no assunto e tentar replicar a ideia em outros países”, afirma Rodrigo.

Onde encontrar:
Site
Contato

 

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