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A TelaVita conecta psicólogos a pacientes para atendimento psicológico online

- 18 de janeiro de 2019

Nome:
TelaVita.

O que faz:
É uma plataforma digital de saúde, pela qual o paciente pode realizar consultas online com profissionais gabaritados, em qualquer momento e de qualquer lugar. A TelaVita é pioneira na área de psicoterapia online e conecta psicólogos a pacientes por meio de uma tecnologia robusta, ágil e segura.

Que problema resolve:
Há muitas regiões do Brasil com escassez de profissionais de saúde qualificados e sem especialistas, o que exige grandes deslocamentos de pacientes e limita o alcance do sistema de saúde. A locomoção de pacientes até o hospital pode ser uma grande inconveniência por gerar atrasos e no-shows. A startup entende que a teleconsulta não serve para todas as situações, mas atendimentos de saúde a distância são comprovados para tirar dúvidas, orientar pessoas, passar sugestões e direcionar pacientes para clínicas quando necessário, com maior satisfação, eficácia, engajamento, alcance e redução de custos.

O que a torna especial:
A TelaVita usa uma tecnologia própria para conectar o paciente ao profissional, em uma sala virtual com vídeo, áudio e chat. Além da sala virtual, a startup oferece assinaturas mensais que habilitam trocas de mensagens com os profissionais para tirar dúvidas. Segundo os fundadores, o grande diferencial da empresa é a vasta experiência que os empreendedores possuem e o pioneirismo na área de atendimento psicoterapêutico a distância.

Modelo de negócio:
O profissional de saúde paga uma comissão em cima do valor de cada consulta realizada pela plataforma. Os percentuais variam de acordo com: a especialidade médica, o produto (sessão individual, tratamento, assinatura), o tipo de cliente (emrpesas ou pessoa física) e o plano de saúde. Mas, na maioria dos casos, fica entre 15 e 30%.

Fundação:
Fevereiro de 2017.

Sócios:
Andy Bookas – Fundador e CEO
Lucas Arthur de Souza – Fundador e Diretor de Operações
Milene Rosenthal – Fundadora

Perfil dos fundadores:

Andy Bookas— 39 anos, Munique (Alemanha) — é formado em Administração pela WHU e tem MBA em Economia e Administração de Empresas pela mesma instituição. Ele possui vasta experiência em desenvolvimento de negócios e, antes de fundar a TelaVita, trabalhou em empresas como Shell, Siemens e Barclays.

Lucas Arthur de Souza — 25 anos, São Paulo (SP) — é formado em Economia pela PUC-SP, onde cofundou e coordenou o primeiro núcleo de empreendedorismo da faculdade. Possui experiência na área de e-commerce e plataformas de comunicação online (peer-to-peer). Antes da TelaVita, cofundou e foi CMO na startup iQuilibrio.

Milene Rosenthal — 43 anos, São Paulo (SP) — é formada em Psicologia pela UNIP e tem especialização em Terapia Cognitiva. É pós-graduada em Gestão de Recursos Humanos e tem duas certificações como Cybercounsellor pela Universidade de Toronto. Em 2010, fundou a primeira plataforma de atendimento psicológico online no Brasil. Em 2014, ganhou o prêmio Mulheres de Negócio do SEBRAE em 1oº lugar. Atualmente, é coordenadora e instrutora da Certificação Cybercounsellor (Português), no núcleo Social Work da Universidade de Toronto.

Como surgiu:
Ao longo de cinco anos, os empreendedores da TelaVita estudaram o mercado de psicologia online e viram um forte movimento de aderência a esse modelo de atendimento. Depois isso, desenvolveram uma plataforma de TI, com uma estrutura robusta e avançada, para atendimentos psicológicos, levando a modernidade tanto para os profissionais quanto para os pacientes. Para isso, reuniram expertise de negócios e inovação ao conhecimento e prática do mercado de saúde.

Estágio atual:
A startup tem uma equipe de 30 colaboradores e 100 psicólogos credenciados. Possui convênios com planos de saúde, redes de clínicas, empresas e presta serviço para milhares de pacientes. “Ainda estamos esperando a nova legislação do Conselho Federal de Medicina, antes de lançar a Telemedicina integral sem limitações. Enquanto isso, estamos com projetos-piloto fechados com parceiros, operando dentro da atual legislação”, conta Milene.

Aceleração:
A TelaVita é acelerada pela Quintessa.

Investimento recebido:
Até 2018 receberam aporte de 1 milhão de dólares de investidores internacionais (EUA e Europa).

Necessidade de investimento:
A empresa pretende captar mais uma rodada de investimento entre 1 e 2 milhões de reais, ainda em 2019.

Mercado e concorrentes:
Segundo Andy, como faz pouco tempo que a nova legislação foi introduzida, o mercado está ainda incipiente. “Olhando para fora, a telemedicina já é responsável por uma grande parte de todos os atendimentos de saúde nos EUA e na Europa. No Brasile e no resto da América Latina a mesma oportunidade existe também”. Ele aponta como concorrentes Vittude, FalaFreud, Zenlub e Psicologia Viva.

Maiores desafios:
“Faz pouco tempo que o Conselho Federal passou a nova legislação que permite o atendimento online. Por isso, ainda existe pouca consciência desse meio de atendimento. O maior desafio é educar o mercado, o público, os profissionais de saúde e todos os participantes (planos de saúde, hospitais, clinicas, empresas, etc.) sobre os benefícios dos serviços”, completa Milene.

Faturamento:
Não informado.

Previsão de break-even:
2019.

Visão de futuro:
A emrpessa tem como objetivo ampliar a atuação para outras vertentes na área da saúde (medicina, nutrição, enfermagem), além da expansão internacional.

Onde encontrar:
Site
Contato

 

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