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A Volanty é um marketplace para a venda e compra de carros seminovos no RJ

- 4 de Maio de 2018

Nome:
Volanty.

O que faz:
É um marketplace para a venda e compra de carros seminovos no Rio de Janeiro.

Que problema resolve:
É uma forma mais prática e segura para a negociação sem que os vendedores e compradores precisem ir até uma loja de carros usados. Segundo os fundadores, para quem vende também há a vantagem do automóvel não sofrer depreciação no valor (o que pode chegar a 30% nas concessionárias) e ainda não precisar se preocupar em fazer anúncios, precificar, atender ligações e agendar visitas.

O que a torna especial:
Ainda de acordo com os sócios, todos os carros passam por um curadoria, com inspeção presencial do veículo, sessão de fotos e distribuição do anúncio nas principais plataformas de vendas do Brasil.

Modelo de negócio:
A Volanty fica com uma comissão de 7% sobre o preço de venda do carro. O cliente só paga se o veículo for vendido pela plataforma.

Fundação:
Maio de 2017.

Sócios:
Maurício Feldman— CEO
Antonio Avellar — COO

Perfil dos fundadores:

Maurício Feldman — 32 anos, Brasília (DF) — é formado em Comunicação pela PUC-RJ, com MBA pela Stanford Graduate School of Business. Trabalhou no Esporte Interativo e lançou no Brasil a Viagogo (marketplace de ingressos). É investidor-anjo do QuintoAndar, Doghero, Revelo, Priced e Viagogo.

Antonio Avellar — 33 anos, Rio de Janeiro (RJ) — é formado em Comunicação pela PUC-RJ, com MBA pela NYU Stern School of Business. Trabalhou na Cevera (empresa prestadora de serviço para a indústria automobilística) e na McKinsey.

Como surgiu:
Maurício conta que a ideia surgiu porque ele e Antonio tiveram problemas para vender seus carros,em 2011, pouco antes de embarcarem para o mestrado nos Estados Unidos. O atual CEO acabou vendendo seu veículo por conta própria e o sócio, direto para uma loja. “Nos dois casos, a experiência não foi satisfatória. Tive problemas com o comprador e o Antonio perdeu muito dinheiro. A semente foi plantada naquele momento”, diz Maurício. Mas os cofundadores só decidiram investir no negócio, em 2016, quando ambos deixaram seus antigos empregos.

Estágio atual:
A startup tem um escritório administrativo em Botafogo e dois centros de atendimentos, onde acontecem as inspeções e visitas, um no mesmo bairro e outro na Barra. No momento, são 90 carros anunciados e cerca de 30 vendidos mensalmente por centro de atendimento. A expectativa é vender mais de 500 carros até o fim de 2018.

Aceleração:
Não teve.

Investimento recebido:
Os sócios levantaram 2,5 milhões de reais em um Seed Round no início de 2017 (parte do valor veio do fundo de investimento Canary e outra de investidores-anjos).

Necessidade de investimento:
Buscam captar cerca de 15 milhões de reais para abrir novos centros de atendimento no Rio de Janeiro e em outras capitais do Brasil.

Mercado e concorrentes:
“Atualmente, 10 milhões de carros usados são negociados todos anos no Brasil, a preços médios de 30 a 40 mil reais. Assim, estamos falando de um segmento com potencial de 400 bilhões de reais por ano, que tende a crescer”, afirma Maurício. Existem plataformas com serviços semelhantes como a Instacarro e a Carflix.

Maiores desafios:
“Nosso maior desafio agora é escalabilidade, expandindo a operação sem perder qualidade e agilidade”, diz o CEO.

Faturamento:
Não informado.

Previsão de break-even:
Segundo semestre de 2019.

Visão de futuro:
“Hoje mais de 90% do processo de compra e venda de automóveis no Brasil acontece no ambiente offline e apenas 10% no online. Nosso objetivo a longo prazo é inverter essa proporção”, conta Mauricio.

Onde encontrar:
Site
Contato

 

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