A Wecancer é uma plataforma de monitoramento remoto para pacientes com câncer | Acelerados | Projeto Draft


SPONSORS:

A Wecancer é uma plataforma de monitoramento remoto para pacientes com câncer

- 1 de agosto de 2018

Nome:
Wecancer.

O que faz:
Plataforma de monitoramento remoto para pacientes com câncer.

Que problema resolve:
Busca melhorar o cuidado, evitar hospitalizações e reduzir os custos dos pacientes que têm esta doença.

O que a torna especial:
Segundo os sócios, a Wecancer é a única plataforma oncológica do país que possui uma interface entre médico e paciente.

Modelo de negócio:
A Wecancer cobra uma mensalidade a partir de 4 mil reais (dependendo do tamanho do corpo clínico) para a instituição de saúde ter acesso à sua tecnologia.

Fundação:
Dezembro 2016.

Sócios:
César Filho — CEO
Lorenzo Cartolano — CFO
Pedro Pirim — CMO
Pedro Souza — Expansão

Perfil dos fundadores:

César Filho — 27 anos, Muriaé (MG) — é formado em Biotecnologia pela Universidade Federal do Espírito Santo. Fundou a Imagine Brigadeiros a Sinapse Consultoria e Soluções.

Lorenzo Cartolano — 27 anos, Rio de Janeiro (RJ) — é formado em Administração de Empresas pela PUC-RJ e pós-graduado em Negócios Internacionais pela FGV. Trabalhou na IBM e fundou a Sacopã Capital.

Como surgiu:
Ambos os fundadores perderam as mães para o câncer. César, o CEO, conta que já trabalhava com câncer, porém na bancada do laboratório de genética e, quando a mãe morreu, resolveu largar as pesquisas para criar uma solução que ajudasse outros pacientes a viver mais e melhor. Pesquisando os desafios que mais o incomodaram no caso dos cuidados com a mãe (que foram as dificuldades de acompanhamento médico e a falta de individualização do tratamento), chegou, então, ao conceito de Eletronic Patient Reported Outcomes, com resultados coletados por métodos eletrônicos e muito difundido no hemisfério norte. César afirma que viu nisso a oportunidade de ser pioneiro no Brasil e começou a criar os primeiros esboços do que viria a se tornar a Wecancer.

Estágio atual:
A startup está incubada no Eretz Bio (do Hospital Israelita Albert Einstein), possui 2 800 usuários cadastrados e atua em três hospitais, em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Já ajudou 1 milhão de pacientes com câncer, de acordo com os fundadores.

Aceleração:
Foi acelerada pelo Artemisia Lab: Saúde & Bem-Estar.

Investimento recebido:
Os sócios investiram 80 mil reais de recursos próprios na startup.

Necessidade de investimento:
Os empreendedores querem captar 300 mil reais para expandir o negócio.

Mercado e concorrentes:
“Em perspectivas mundiais, no ano de 2014, segundo dados do “World Cancer Report 2014”, surgiram 14 milhões de novos casos. Já em estimativas nacionais, o Instituto Nacional do Câncer previu a ocorrência de cerca de 600 mil casos novos de câncer para o biênio 2016-2017”, afirma César. Ele aponta como concorrentes a CareNet, o Dr. Recomenda, o Kimeo, o Oncoguia App e o Tummi App.

Maiores desafios:
“Mudança de paradigma de médicos, pacientes e outros agentes-chave do ecossistema em relação ao uso de tecnologia no tratamento”, conta o CEO.

Faturamento:
25 mil reais (em 2017).

Previsão de break-even:
2019.

Visão de futuro:
“A curto prazo a estratégia é o licenciamento de software para até dez unidades de tratamento. A médio prazo, a diversificação do nosso modelo de negócios, explorando o potencial do nosso DataBase, com uma nova linha de produtos e/ou serviços complementares. A longo prazo, temos interesse em atuar nos processos de desenvolvimento de novos medicamentos para a América Latina”, fala César.

Onde encontrar:
Site
Contato

 

Você tem uma startup que já é mais do que um sonho mas ainda não é uma empresa totalmente estabelecida? Escreva para a gente. Queremos conhecê-lo. E, quem sabe, publicar um perfil da sua iniciativa aqui na seção Acelerados. Esse espaço é feito para que empreendedores como você encontrem investidores. E para que gente disposta a investir em novos negócios encontrem grandes projetos como o seu.

Veja também:

Mesmo com os desafios do setor de saúde, as healthtechs começam a ganhar espaço no mercado

- 9 de agosto de 2018
4857 9 0

Como a MedRoom utiliza realidade virtual e gamificação no treinamento de estudantes de medicina

- 22 de maio de 2018
8614 3 0
Os fundadores da MedRoom, Sandro e Vinicius, querem que a realidade virtual ajude estudantes a superarem o abismo entre a a teoria e a prática médica (foto: Isabele Araujo).

“Estive no inferno e precisei decidir se queria voltar a viver. É preciso sobreviver à morte”

- 1 de dezembro de 2017
Flavia Duarte conta como sua vida mudou depois de duas mortes: a do homem que amava e a de quem ela era (foto: Raimundo Sampaio).

Para a fundadora da TeraPlay, ajudar crianças com autismo é um negócio testado em casa, todos os dias

- 27 de fevereiro de 2017
Para Cristiane Carvalho, estudar sobre o autismo depois do diagnóstico do filho não era o bastante – ela fundou uma loja online especializada e fez disso seu negócio. (foto: TaniaKanaan)