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A WinWin oferece um espaço virtual em que pessoas são pagas para verem anúncios

- 15 de outubro de 2018

Nome:
WinWin.

O que faz:
É um aplicativo que incentiva seus usuários a criarem espaços virtuais (os chamados WinSpots) nos quais se veiculam anúncios de publicidade em realidade aumentada, remunerando o usuário por isso.

Que problema resolve:
Segundo os sócios, os formatos de mídia que existem hoje não engajam mais, pois funcionam na lógica da interrupção. “As marcas gastam milhões em mídia e o retorno cai a cada dia”, falam.

O que a torna especial:
Ainda de acordo com os fundadores, o negócio é a primeira mídia descentralizada do mundo, possibilitado que as pessoas sejam “donas” dos espaços virtuais de publicidade. Segundo os sócios, esta é um maneira de recompensar os usuários pelo tempo e atenção dedicados à publicidade, que deixa de ser invasiva para passar a ser até buscada, já que remunera quem é impactado por ela.

Modelo de negócio:
A WinWin fica com 70% da verba publicitária investida pelas marcas nos espaços virtuais e o restante vai para os usuários.

Fundação:
Agosto de 2016.

Sócios:
Daniela Klaiman — Cofundadora
Marco Túlio Alcântara — Cofundador

Perfil dos fundadores:

Daniela Klaiman — 36 anos, São Paulo (SP) — é formada em Futurismo pela Universidade de Jerusalém, com especialização em Consumer Behavior and Trends Research. Foi diretora de Planejamento e Consumer Insights da Box1824. É consultora para grandes empresas como Ypê, DPSP, Pirelii e Ambev e cofundadora da Unpark.

Marco Túlio Alcântara — 38 anos, Belo Horizonte (MG) — é formado em Jornalismo pelo Centro Universitário de Belo Horizonte, com especialização em tecnologias disruptivas. Fundou a Animatto, agência de experiências especializada em realidade mista.

Como surgiu:
Os sócios contam que a WinWin nasceu como um PokemonGo, só que para caçar experiências de marca e promoções em realidade aumentada. Lançado no Festival Path de 2017, o negócio realizou projetos para diversas empresas. Logo após esse período, a startup seguiu se desenvolvendo até chegar ao o modelo atual.

Estágio atual:
A plataforma foi lançada para o público no começo de setembro e será habilitada para marcas no próximo mês. Conta com quase mil usuários cadastrados e 4 000 espaços virtuais criados. O negócio tem sede em São Paulo e 20 pessoas na equipe.

Aceleração:
Não teve.

Investimento recebido:
A WinWin recebeu 1,5 milhão de reais em três fases de investimento.

Necessidade de investimento:
Os sócios buscam um novo aporte, mas ainda não definiram o valor.

Mercado e concorrentes:
“Estamos lançando a plataforma em um momento em que as outras mídias estão sendo questionadas e sofrendo com a falta de recursos”, afirma Daniela. Ela diz que o negócio não possui concorrentes diretos, já os indiretos seriam todas as outras mídias.

Maiores desafios:
“Para qualquer aplicativo, a maior dificuldade sempre é a qualidade da rede 3G do país”, fala Marco Túlio.

Faturamento:
Ainda não fatura.

Previsão de break-even:
2019.

Visão de futuro:
“Queremos que as pessoas nunca mais aceitem ser impactadas por uma publicidade sem ter a sua atenção remunerada por isso”, contam os sócios.

Onde encontrar:
Site
Contato

 

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