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A Workay é uma plataforma de intermediação de serviços especializada em reformas

- 26 de setembro de 2018

Nome:
Workay.

O que faz:
É uma plataforma de intermediação de serviços especializada em pequenas e médias reformas no Rio de Janeiro.

Que problema resolve:
Busca reduzir o prejuízo e as incertezas em obras.

O que a torna especial:
Segundo os fundadores, o diferencial do negócio é tentar  inserir mulheres no ramo da construção civil, capacitando profissionais como pintoras, eletricistas e pedreiras.

Modelo de negócio:
A Workay funciona em sistema de comissionamento e fica com 15% do valor cobrado pelo serviço prestado.

Fundação:
Maio de 2017.

Sócios:
Juliana Brito — CEO
Patrick Benayon — CMO
Denys Dorf — CLO

Perfil dos fundadores:

Juliana Brito — 28 anos, Rio de Janeiro (RJ) — é formada em Engenharia Elétrica pela PUC-Rio e mestre em Nanotecnologia pela Technische Universität Braunschweig. Foi cofundadora da Mão Santa.

Patrick Benayon — 29 anos, Rio de Janeiro (RJ) — é formado em Jornalismo pela PUC-Rio e pós-graduado em Marketing pela FGV. Trabalhou na Rede Globo, Esporte Interativo e Let’Sushi.

Denys Dorf — 29 anos, Rio de Janeiro (RJ) — é formado em Direito pela UFRJ e pós-graduado em Direito Empresarial pela FGV. É sócio do Stussi-Neves Advogados.

Como surgiu:
Juliana conta que para criar a startup se inspirou em sua experiência de mestrado na Alemanha, em que estudo e prática remunerada estão lado a lado no currículo. Após um ano de estudos e experiências na área da construção civil, ela buscou pessoas de sua confiança para completar o time (os amigos de infância Patrick e Denys Dorf) e, a partir daí, colocaram em prática um MVP do que seria a Workay.

Estágio atual:
O negócio está em fase de tração, já realizou 85 serviços, com uma taxa de conversão de clientes de 45%.

Aceleração:
A Workay foi acelerada pela Startup Farm e está participando do InovatiVa Brasil. Além disso, está no programa Shell Iniciativa Jovem e incubada no Instituto Genesis da Puc-Rio.

Investimento recebido:
Os sócios investiram 15 mil reais de recursos próprios na empresa.

Necessidade de investimento:
Os empreendedores querem captar 300 mil reais para aprimorar a tecnologia da plataforma.

Mercado e concorrentes:
“Neste ramo, o serviço prestado nunca foi de qualidade. Há um enorme potencial de mercado brasileiro”, diz Juliana. Ela cita como concorrentes o GetNinjas, o Habitíssimo e o Triider.

Maiores desafios:
“Prospectar novos clientes e fazer com que entendam o valor do serviço que prestamos a ponto de investir nele”, afirma a CEO.

Faturamento:
220 mil reais (até agosto).

Previsão de break-even:
Dezembro deste ano.

Visão de futuro:
“Pretendemos atender todo o Brasil, sempre mantendo pelo menos 50% da mão de obra feminina”, conta Juliana.

Onde encontrar:
Site
Contato

 

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