A Workhäuss tem planos para uso de bares e restaurantes como locais de trabalho

- 7 de junho de 2017
workhaus

Nome:
Workhäuss.

O que faz:
A empresa oferece espaços em bares e restaurantes da cidade para que as pessoas utilizem como seus locais de trabalho.

Que problema resolve:
A alternativa da Workhäuss foi pensada para atender um público que não pode ou não quer trabalhar em escritórios eu coworkings tradicionais, por conta do preço alto e burocracia.

O que a torna especial:
Além do cliente poder escolher onde vai trabalhar (bar ou restaurante da sua preferência), a empresa tem preço menores que mensalidades de coworking.

Modelo de negócio:
O modelo é baseado no aumento do número de assinaturas e as mensalidades vão de 49 reais a 249 reais.

Fundação:
Maio de 2017.

Sócios:
Mateo Marin – Sócio-fundador
Roberto Bravo – Sócio-fundador
João Paulo Testa – Sócio-fundador

Perfil dos fundadores:

Mateo Marin – 28 anos, São Paulo (SP) – formado em Economia na FGV, com passagens pela Universidade de Chicago e Sciences Po Paris. Formou-se desenvolvedor fullstack no Vale do Silício, com certificado em Inteligência Artificial pela Universidade de Stanford. Tem experiência no mercado financeiro e de tecnologia, e já fundou uma startup para fomentar relacionamentos e ganhou o Bluehack 2016 da IBM na área de Computação Cognitiva e Inteligência Artificial.

Roberto Bravo – 29 anos, São Paulo (SP) – formado em Direito pela FGV, Desenvolvimento Fullstack no Vale do Silício e tem especialização em finanças pela Frankfurt School of Finance & Management. Antes da Workhäuss, o executivo criou a galeria de arte Myllery, a rede social White Lapin e o crownfunding Give Ya Party. É também diretor da FIESP na área de Empreendedorismo.

João Paulo Testa – 29 anos, São Paulo (SP) – formado em Publicidade, Propaganda e Marketing pela FAAP, com especialização no MLS College, na Inglaterra. Começou a carreira na AlmapBBDO, onde ficou seis anos, antes de ir para a F/Nazca Saatchi&Saatchi como Criativo Sênior, cargo que ocupa atualmente.

Como surgiu:
A ideia surgiu em janeiro de 2016, como resultado de duas experiências de Roberto. “Eu marcava encontros, reuniões ou ia trabalhar em cafeterias e enfrentava o constante problema de qualidade da internet e local inadequado. Além disso, conhecia o mercado de bares e restaurantes por já ter fundado um crowdfunding para promoção de festas”, ele conta.

Estágio atual:
A Workhäuss não tem um escritório físico e os sócios trabalham remotamente.

Aceleração:
Nós já contamos com investimento.

Investimento recebido:
Não informado.

Necessidade de investimento:
No momento, não estamos prospectando novos investidores.

Mercado e concorrentes:
“Nós entendemos que existem muitas oportunidades do mercado de coworking no país. Dados recentes demonstram, por exemplo, o crescimento de 30% de 2015 para 2016, segundo o Censo Coworking Brasil 2016. Para este ano, as previsões são ainda mais otimistas”, diz Roberto. Para os sócios, os concorrentes são outros coworkings e redes de cafeterias e oferecem wi-fi e acomodações para trabalho.

Maiores desafios:
“Explicar tanto para os clientes e parceiros como funciona o conceito, detalhar os diferenciais da plataforma em relação às outras empresas”, segundo Roberto.

Faturamento:
Ainda não fechou faturamento.

Previsão de break-even:
Final de 2017.

Visão de futuro:
“Queremos ser reconhecidos como uma evolução do coworking, por apresentar uma solução inovadora para esse mercado ao aprofundar o conceito de economia compartilhada”, de acordo com Roberto.

Onde encontrar:
Site
Contato

 

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