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Com apoio do SENAI, a Oxiteno desenvolve solventes de baixa toxicidade e alta performance

- 12 de dezembro de 2018
Inovações da Oxiteno em sua linha de solventes ajudam a garantir uma impressão de alta qualidade

Com sede em Mauá, na Grande São Paulo, a Oxiteno é uma multinacional brasileira da indústria química, e faz parte do Grupo Ultra, que inclui Ipiranga, Ultragaz, Ultracargo e Extrafarma.

A empresa é a única produtora de óxido de eteno da América Latina e líder do mercado de tensoativos (usados na estabilização de emulsões em uma ampla gama de produtos, como detergentes, agentes umidificadores, emulsionantes, formadores ou dispersantes de espumas em cosméticos ou aditivos para tintas).

É, também, especialista em solventes oxigenados e desenvolve soluções com drive de inovação e sustentabilidade para atender segmentos como o de coatings (tintas e revestimentos).

“Estamos lá no começo da cadeia produtiva, ninguém vai ao supermercado em busca da marca Oxiteno. Mas provavelmente tem um tensoativo nosso no xampu que você usa, nos produtos de limpeza da sua casa, até mesmo nos fios de uma blusa sua”, conta Debora Rezende, pesquisadora da empresa. “No caso dos solventes oxigenados, a maioria deles vai para a indústria de tintas.”

Para desenvolver a linha de solventes ULTRASOLVE® H, a equipe de P&D da Oxiteno estudou tendências e exigências de mercado, entre as quais a redução da toxicidade. E foi exatamente esse um dos maiores benefícios encontrados na nova geração de moléculas derivada do n-propanol, descoberta que deu força para o lançamento da nova família de produtos.

“As tintas flexográficas [para uso em impressora gráfica com chapa em relevo] e de rotogravura [sistema rotativo de impressão de alta velocidade] contêm muitos solventes e outros componentes tóxicos, como a resina e o pigmento. Daí a importância de lançar uma nova linha com baixa toxicidade”, reforça Fábio Rosa, gerente de assistência técnica da Oxiteno.

A redução da toxicidade foi só uma das evoluções da nova linha. “O ULTRASOLVE® H 2400 tem um comportamento de evaporação que permite retardar o tempo de secagem das tintas flexográficas, o que proporciona uma excelente formação de filme, garantindo uma impressão de alta qualidade”, enaltece Fábio.

“A redução da taxa de evaporação permite ainda que se utilize uma menor quantidade do H 2400 quando comparado aos principais produtos do mercado, sem perda de performance na aplicação”, diz.

Mas como aferir essa performance? “Nós saímos de uma escala de laboratório e, a partir daí, precisamos fazer um scale-up numa linha de produção, o que não é trivial, porque interromperia as máquinas de impressão do cliente”, conta o gerente da Oxiteno.

A solução? “Como o SENAI tem máquinas que se aproximam das utilizadas pela indústria de impressão de embalagens, estabelecemos uma parceria fundamental para obter informações de teste em scale-up”, revela Fábio.

Debora reforça:

“Ao usar a estrutura do SENAI, também antecipamos os testes que os clientes fariam do zero, diminuindo o tempo que eles vão gastar para avaliar o produto. Outro ganho é que, por mais que os testes no nosso laboratório representem fielmente as aplicações finais, o ambiente é muito controlado, diferente da variação de umidade e temperatura no maquinário do SENAI e nas fábricas dos clientes espalhadas pelo país.”

“Também são pontos positivos os profissionais da instituição, a experiência que acumularam na indústria e o reconhecimento que este mercado tem pelo SENAI. Quando falamos onde testamos a nova linha de solventes, o mercado se sente mais seguro, proporcionando ainda mais credibilidade para o lançamento e a implementação do produto”, salienta Fábio.

Para o solvente ULTRASOLVE® H 2400, a Oxiteno montou um protocolo de testes avaliado e confirmado pelo SENAI, antes de o produto ser utilizado pelas horas necessárias nas máquinas da escola-fábrica, respeitando o cronograma estipulado pelos professores e pela coordenação técnica. Sob condições reais de temperatura e umidade ambiente, o produto foi avaliado pela printabilidade final, ou seja, por características de impressão como brilho, pontos de sujidade, secagem, ganho de pontos e taxa de evaporação.

Não foi a primeira e provavelmente não será a última solução testada pela Oxiteno no SENAI. Ao unir seu know-how técnico com a expertise de maquinário da instituição, a empresa espera desenvolver mais produtos que atendam ao mercado e fortaleçam a companhia em sua missão de ajudar o mundo a evoluir por meio da química.

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