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Como era trabalhar com tecnologia 20 anos atrás?

- 7 de dezembro de 2018
Michael Dell, fundador e presidente da empresa, fundada em 1984.

Pense que é um dia de trabalho qualquer. Ao abrir a agenda e ver o que te espera, você vê que tem uma reunião marcada para o meio da tarde em uma outra cidade, em um endereço desconhecido. Para estar presente no local determinado, é preciso pegar um avião. Ao chegar ao aeroporto e encontrar o guichê da companhia aérea, aguarda-se em uma longa fila pelo atendimento e realização do check-in por parte de um funcionário. Após o embarque, voo e o pouso, é necessário pegar um táxi, sem saber quanto tempo o trajeto levará ou o valor final da corrida – é bom torcer para ter dinheiro suficiente na carteira. Sob o risco de se perder, você carrega consigo um guia de rua, para analisar cada avenida e alameda, a fim de evitar desvios de rota. A apreensão toma conta do caminho, e fica difícil se concentrar nos materiais de apoio impressos para a reunião, carregados em pastas grossas a tiracolo.

Hoje, com internet banda larga e acesso a aplicativos que buscam veículos, realizam pagamentos e realizam pesquisas instantâneas sobre qualquer assunto, parece um cenário impensável. Mas, durante anos, essa foi a realidade de Diego Puerta, vice-presidente para consumidor final e pequenas empresas da Dell. Funcionário da empresa desde 1999, quando ela fazia planos de se instalar no Brasil, ele conta que as maiores dificuldades para manter a produtividade no trabalho eram os pequenos obstáculos diários: “O grau de complexidade do que fazemos na Dell é enorme. Vinte anos atrás, as ferramentas de acesso para viabilizar nosso trabalho não eram comuns”, diz.

 

Capa da revista IstoÉ Dinheiro em 1999, na chegada da Dell ao Brasil.

Com aproximadamente 20 funcionários trabalhando remotamente em diversas regiões do país – do eixo Rio-São Paulo até Curitiba, Brasília, Salvador e Manaus –, ele lembra que internet banda larga era uma raridade, então era preciso fazer ligações por videoconferência na própria empresa, um dos poucos lugares que dispunha da estrutura. “Em ligações internacionais, o fuso horário fazia com que ficássemos até de noite no trabalho, esperando a hora de entrar em reunião. É algo que jamais precisaria acontecer hoje.” Já quando as reuniões eram presenciais, a preparação para se deslocar levava horas, desde o cálculo da melhor rota para o trajeto até a certeza de que todos os materiais necessários estão em mãos, uma vez que não havia celulares conectados à internet e a possibilidade de acessar arquivos guardados em uma nuvem digital a qualquer momento. “O nível de preocupação para fazer uma reunião era indescritível.”

O trabalho remoto sempre esteve no DNA da Dell, mas foi só com o passar dos anos que a tecnologia passou a trabalhar a favor da filosofia da empresa.

Com o aprimoramento da internet e a chegada dos smartphones, o vice-presidente acredita que a primeira coisa que as empresas tecnológicas ganharam foi a possibilidade de dar mais qualidade de vida à rotina de seus funcionários. Na Dell, o trabalho ganhou ritmo e os processos e demandas se tornaram mais ágeis. “A partir das necessidades que as pessoas tinham no dia a dia, foram notadas lacunas e oportunidades que pudessem tornar a vida mais fácil”, conta. “Quem imaginou que, algum dia, o táxi seria substituído por aplicativos que trazem carros para a porta de casa sob demanda? E, ao mesmo tempo, como seria a vida hoje sem essa ferramenta à qual nos adaptamos tão bem?”

 

Diego Puerta, da Dell: das reuniões de videoconferência feitas em internet discada até os smartphones, o VP testemunhou a evolução tecnológica da Dell de dentro.

Além dos aplicativos, Puerta ressalta a capacidade de adaptação e resiliência dos meios de comunicação: hoje o VP carrega consigo apenas uma linha telefônica fixa que toca em seu aparelho de celular, computador ou tablet, não importando sua localização no planeta – basta, apenas, uma conexão com a internet. “É o início de um processo tecnológico que demanda cautela tanto por parte de indivíduos como empresas”, diz. Ele prevê que assuntos como privacidade de dados e regulação da mídia ganharão mais espaço em diálogos da sociedade, gerando maior conscientização sobre o uso prudente da tecnologia.

“É preciso traçar a linha entre buscar a evolução e não querê-la se isso significar correr riscos.”

No futuro, se desenvolvermos uma amizade saudável com a tecnologia, Puerta acredita que ela será uma forte aliada desde as situações mais rotineiras, com aplicativos que simplificam a vida, até a tomada de decisões complexas, com a ajuda de mecanismos de inteligência artificial. Para ele, é aí que a Dell pode se destacar cada vez mais como protagonista desse mercado. “Creio que a tecnologia tende a impulsionar as capacidades humanas e trazer ganhos significativos para a sociedade. A partir de dados e recursos tecnológicos, as pessoas terão ‘superpoderes’ que, quando utilizados de forma adequada, melhorarão a qualidade de vida e o planeta.”

 

O conteúdo acima é um oferecimento da Dell e faz parte de uma série de postagens que serão publicadas no Projeto DRAFT com o intuito de reconhecer o papel transformador da tecnologia no cotidiano profissional.

A Dell entende que as transformações vividas nos últimos 20 anos representam somente uma etapa inicial do impacto positivo que a tecnologia desempenha na sociedade. Por isso, a empresa trabalha no sentido de conscientizar o meio corporativo para as mudanças que ainda virão e, assim, evitar riscos associados à segurança e gestão das informações, bem como para garantir a satisfação dos profissionais.

Há alguns anos, a Dell tem investido na construção de um portfólio de produtos e serviços que ajude as organizações nessa transformação para os ambientes de trabalho do futuro, com tecnologias que conciliem as necessidades dos usuários, em termos de mobilidade e flexibilidade, com a das organizações, em termos de gestão e segurança das informações. A missão da empresa é permitir que empresas e pessoas alcancem seus objetivos através da tecnologia, impulsionando a Transformação Digital no meio corporativo, o que passa pela Transformação da Força de Trabalho, Transformação da TI e Transformação da Segurança.

 

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