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Quanto mais risco, mais lucro? Nem sempre

- 14 de junho de 2019

Para que o investidor tenha parâmetros de comparação de rentabilidade dos seus investimentos, o mercado criou duas referências que balizam os ganhos das principais aplicações financeiras do país. Um é o CDI, o Certificado de Depósito Interbancário, referência para investimentos de Renda Fixa. O outro, o Ibovespa, que norteia a Renda Variável.

O CDI costuma ter seu indicador muito próximo a taxa de juros básica da economia, a Selic, hoje em 6,5% ao ano. “As aplicações em Renda Fixa sempre tentam a ganhar do CDI, ou seja, remunerar o investidor acima de 6,5% ao ano”, explica Júlio Hofacker James, responsável pela mesa de captação da Caruana Financeira. “Já o Ibovespa, que é o principal índice da Bolsa, a B3, reflete a variação das ações das principais empresas de capital aberto atreladas a ele.”

James lembra que, se olharmos as aplicações em janelas longas, o CDI tem se mostrado com melhores ganhos do que o Ibovespa. “A Renda Fixa, que rentabiliza acima do CDI, é ainda melhor para investimento de 10, 15, 20 anos”, avalia.

Confira no infográfico abaixo o histórico de rentabilidade do CDI em comparação com a Ibovespa ao longo dos últimos 15 anos, e os picos e vales dos dois indicadores:

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