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Faculdade a um clique: como a tecnologia está abrindo as portas do Ensino Superior

- 11 de janeiro de 2019
Equipe da Quero Educação, empresa que já matriculou quase meio milhão de brasileiros na faculdade ocupando vagas ociosas.

De que maneira é possível aproximar brasileiros de um diploma universitário por um caminho financeiramente acessível para estudantes e, ao mesmo tempo, capaz de gerar receita extra para as instituições de ensino? A resposta está nas vagas ociosas — e nos últimos seis anos, cerca de 420 mil delas já foram preenchidas por alunos que acessaram o site da Quero Educação em busca de um lugar em sala de aula em mais de 1300 instituições de ensino superior de todo o país. A iniciativa é parte de um programa chamado Quero Bolsa, carro-chefe da empresa. O projeto, que existe desde 2012 gera um sistema de match de vagas livres com potenciais alunos para ocupá-las. O resultado é evidente: todos saem ganhando, desde aqueles que pagam menos pela graduação até quem não esperava receber o dinheiro de novas mensalidades, mesmo com valor inferior.

A Quero Educação, criada em 2008, tem como pedra fundamental redefinir o cenário da educação a partir das novas tecnologias digitais. Seu objetivo principal é unir dados das duas pontas e transformar as necessidades de pessoas e instituições em uma solução — algo que só é possível armazenando um volume gigantesco de informações, que vão desde a localização dos potenciais universitários até o número de vagas em cursos específicos que cada instituição de ensino pode fornecer com desconto na mensalidade. “Foi assim desde a concepção da empresa. Todos os nossos fundadores são engenheiros de computação apaixonados por educação”, diz Roger Garcia, diretor de ensino básico e de cursos livres da Quero Educação — área para a qual a empresa já está se expandindo.

 

Com o programa Quero Bolsa solidificado, a Quero Educação quer, agora, facilitar matrículas em educação básica e até em escolas de idiomas ou cursos livres.

“A tecnologia é nossa aliada para fazer um serviço insuperável para que mais brasileiros possam estudar.” Nos últimos 12 meses, o site da Quero Educação obteve 50 milhões de acessos, o que gerou uma base de dados inexistente em qualquer outra plataforma na área educacional no Brasil. A equipe responsável por organizar todos os dados da empresa tem cerca de 70 pessoas.

“O aluno é para quem a gente existe. As instituições de ensino são nossas grandes parceiras. E a conexão entre esses dois lados, que só existe por causa da tecnologia, é o que nos faz crescer.”

Para Luis Gonçalves, vice presidente sênior e gerente geral da Dell EMC no Brasil, introduzir novas tecnologias a cada empresa é o que determinará a adaptabilidade delas em um mercado que vive constantes mudanças na era digital. “As necessidades de tecnologias digitais ultrapassam a tecnologia da informação tradicional”, diz. “A conversa sobre esse assunto, hoje, também se estende aos líderes de negócios, às áreas de marketing e gestão de clientes. Não é mais uma simples organização de dados corporativos, relatórios de desempenhos, e-mail e backup. É parte integrante da empresa e gerar valor para ela.” Gonçalves aponta que, cada vez mais, a tecnologia tem que entender as necessidades específicas de seus clientes. A Quero Educação, por exemplo, tornou-se uma plataforma confiável por usar táticas de inteligência artificial e machine learning para entender o que cada visitante em seu site deseja e, assim, tornar a experiência online mais rica e certeira para ele. “Hoje vivemos uma corrida na indústria tecnológica para entregar serviços com maior eficiência e agilidade e, ao mesmo tempo, com segurança”, diz o vice-presidente.

“Vão ganhar destaque aqueles que souberem usar essas ferramentas para antecipar as necessidades de seus clientes.”

Porém, embora a tecnologia cumpra um papel fundamental nessa busca, o fator humano sempre fará diferença para que essa evolução ganhe ritmo. No caso da Quero Educação, o futuro deve contar com matrículas em ensino básico, cursinhos pré-vestibular, cursos de idiomas e outros cursos livres. A empresa ainda espera criar processos de admissão digital, para que estudantes não precisem se deslocar até as instituições de ensino exceto para ir às aulas. Por fim, também deseja desenvolver ferramentas para gerenciar os pagamentos das mensalidades às instituições envolvidas, a fim de digitalizar todos os processos referentes aos cursos. “Nosso sonho é ter um portfólio completo de toda a educação no Brasil.”

O conteúdo acima é um oferecimento da Dell e faz parte de uma série de postagens que serão publicadas no Projeto Draft com o intuito de reconhecer o papel transformador da tecnologia no cotidiano profissional.

A Dell entende que as transformações vividas nos últimos 20 anos representam somente uma etapa inicial do impacto positivo que a tecnologia desempenha na sociedade. Por isso, a empresa trabalha no sentido de conscientizar o meio corporativo para as mudanças que ainda virão e, assim, evitar riscos associados à segurança e gestão das informações, bem como para garantir a satisfação dos profissionais.

Há alguns anos, a Dell tem investido na construção de um portfólio de produtos e serviços que ajude as organizações nessa transformação para os ambientes de trabalho do futuro, com tecnologias que conciliem as necessidades dos usuários, em termos de mobilidade e flexibilidade, com a das organizações, em termos de gestão e segurança das informações. A missão da empresa é permitir que empresas e pessoas alcancem seus objetivos através da tecnologia, impulsionando a Transformação Digital no meio corporativo, o que passa pela Transformação da Força de Trabalho, Transformação da TI e Transformação da Segurança.

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