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Nutrição balanceada e gostosa: a receita da PepsiCo para incrementar/expandir o portfólio

- 6 de dezembro de 2018
Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da PepsiCo, em Sorocaba (SP)

Quem saboreia Toddynho®, a água de coco Kero Coco®, um biscoito eQlibri® ou uma barra de frutas com aveia Quaker® pode facilmente conferir os valores nutricionais desses produtos nas embalagens. O que não está impresso nelas é a “ginástica” que a equipe de pesquisa e desenvolvimento da PepsiCo executa diariamente para chegar aos resultados nutricionais mais positivos possíveis, preservando o sabor e outros features reconhecidos pelos consumidores no mundo todo.

O investimento em produtos cada vez mais balanceados é parte da visão Performance com Propósito (PwP, na sigla em inglês) da PepsiCo, que condiciona o crescimento sustentável da empresa a iniciativas de preservação do planeta, ao empoderamento da sociedade e à melhora contínua dos produtos vendidos aos consumidores.

Entre as metas nutricionais já atingidas pela companhia ou programadas para o futuro próximo estão a eliminação total de gordura parcialmente hidrogenada da linha de salgadinhos, alcançado em 1999; ter dois terços do portfólio global de bebidas com 100 calorias ou menos de açúcares por 355 ml, objetivo traçado até 2025; e, para o mesmo ano, não exceder 1,3 mg de sódio por caloria em 75% do volume global de  alimentos.

Essa filosofia de “menos é mais” em açúcar, sódio e gorduras saturadas representa só metade da solução nutricional que a empresa adota para expandir seu portfólio de forma balanceada:

“Até dez anos atrás, a onda era colocar ‘baixo em’ ou ‘zero’ em alguma coisa, sempre tirando nutrientes. De lá pra cá, não basta ser ‘menos negativo’, é preciso trazer algum componente positivo”, diz Juliana Peccin, gerente de Nutrition Sciences para a América Latina da PepsiCo. “Alguns dos nossos últimos lançamentos endereçam muito essa busca do consumidor por alimentos não apenas mais equilibrados, mas que tragam alguma nutrição ‘positiva’. Toddy, por exemplo, ganhou a versão Protein, fortificada com proteínas, enquanto o novo achocolatado Quaker é feito com aveia integral.”

A aveia Quaker, aliás, vem se revelando um trunfo nutricional na expansão de produtos com saudabilidade agregada da PepsiCo. Chega a ser irônico que um ícone surgido no longínquo ano de 1877 (em Ohio, nos EUA) – e até hoje comercializado quase in natura:

“Trata-se de um grão economicamente acessível e, em termos de sabor, muito democrático”, diz a nutricionista. “É super tradicional e, pela ótima quantidade de fibras, pode trazer muitos benefícios a saúde, como por exemplo, ajudar no funcionamento intestinal e ajudar na redução do colesterol.”

Nada mais natural, portanto, do que surfar a onda da alimentação saudável – e, como produto, se multiplicar.

Assim, nos últimos dois anos, a marca Quaker foi parar na prateleira de orgânicos, nas versões Flocos Regulares, Flocos Finos e Oat Bran; na gôndola de achocolatados, com o produto instantâneo em pó adicionado de aveia; e como a mais nova barrinha de frutas do mercado.

“Além de não ter açúcar adicionado, as barras Quaker levam apenas frutas desidratadas, combinando a simplicidade saudável de ingredientes como a aveia com a praticidade que o consumidor procura”, diz Juliana. O potencial trendy da marca é tal que, entre setembro de 2017 e janeiro de 2018, uma flagship store Quaker® The OateryTM foi aberta na Rua Oscar Freire, em São Paulo, e outra, em Trancoso, na Bahia – ambos redutos de quem dita e consome moda e lifestyle até nas refeições.

Portfólio: soluções nutricionais sem abrir mão do sabor

Parte das inovações de Quaker no Brasil levam a assinatura do novo Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da PepsiCo, inaugurado em novembro de 2017 em Sorocaba (SP). Chamado de Centro de R&D (do inglês Research & Development), esse grande laboratório de 4.500 m2 – o único no mundo com foco em biodiversidade – é a resposta da companhia às demandas e tendências do consumidor contemporâneo. Um de seus objetivos é aproveitar a diversidade do Brasil em raízes, tubérculos, frutos, grãos e leguminosas para desenvolver ingredientes e sabores já apreciados pelo mundo, como açaí, mandioca e inhame.

Seja qual for a matéria-prima pesquisada e seu mercado potencial, o R&D de Sorocaba mantém-se alinhado à visão de Performance com Propósito (PwP) da PepsiCo, que coloca as virtudes nutricionais como pré-requisito para o desenvolvimento de novos produtos. Aprimorar a estratégia de saúde e bem-estar da empresa para os próximos anos é um dos objetivos dos 79 cientistas que atuam no R&D. Foi de lá que saíram o achocolatado com aveia Quaker, o Toddy Protein, eQlibri com tapioca e cracker com chia e o Toddynho Levinho – uma versão da bebida láctea reduzida em gordura e açúcar, mas sem a substituição por adoçante (“e com o mesmo sabor inconfundível de Toddynho“, frisa Juliana):

Toddynho é uma marca muito tradicional, tem 37 anos – a minha idade. Por isso, tomamos muito cuidado antes de fazer qualquer redução ou alteração de fórmula. Quando você toma um achocolatado lácteo genérico, não é igual. Há, em Toddynho, uma coisa icônica e personalizada.”

Para a gerente de Nutrition da PepsiCo, a equação de nutrientes que leva a produtos mais saudáveis sempre foi e continuará sendo subordinada ao paladar:

“As pessoas querem produtos mais saudáveis. Mas, se tiverem que abrir mão do sabor, elas não vão comprar. Como nutricionista, acho que comer é muito mais do que nutrir-se. Comer tem um sentido social, um sentido emocional, várias outras coisas do que somente nutrientes. Eu acredito em equilíbrio: uma boa alimentação é quando você come de tudo com moderação.”

 

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