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O App do Imóvel promove transações de imóveis sem intermediários

- 21 de setembro de 2016

Nome:
App do Imóvel.

O que faz:
O aplicativo viabiliza a troca, compra e venda de imóveis sem a necessidade de intermediários.

Que problema resolve:
Além de anunciar grátis, o usuário pode encontrar o imóvel que busca por meio de um sistema de cruzamento de informações.

O que o torna especial:
O App do Imóvel, diferente das demais opções do mercado, não permite intermediários. Por isso, não há comissão de corretagem.

Modelo de negócio:
O aplicativo lucra com publicidade, proveniente de empresas e escritórios de direito imobiliário que pagam por anúncios na plataforma.

Fundação:
Junho de 2016.

Sócios:
Felipe Jacinto – Fundador

Perfil do fundador:

Felipe Jacinto – 44 anos, São Paulo (SP) – formado em Publicidade. Antes de empreender, ele foi analista de sistemas na Bequatro Comercial Ltda e Sesoft Informática.

Como surgiu:
Felipe teve a ideia do App Imóvel quando tentou vender seu imóvel e o cadastrou em diversas imobiliárias. “Passaram-se meses e nada de conseguir. Então, um zelador indicou meu imóvel para outro particular interessado e descobri que poderia fazer isso sozinho, sem intermediários”, ele lembra. Além da economia dos 6% da taxa de corretagem, Felipe conta que descobriu que poderia verificar as condições de seu imóvel e de qualquer outro pela internet, assim como obter as certidões necessárias para a transação na internet.

Estágio atual:
A empresa tem um escritório na Av. Paulista, em São Paulo. Atualmente, são mais de 13 mil usuários cadastrados. O app está em versão Beta para montar uma base de dados.

Aceleração:
Ainda não recebeu.

Investimento recebido:
O próprio Felipe investiu 130 mil reais em desenvolvimento e faz 30 mil reais de investimento mensal estrutura e mídia.

Necessidade de investimento:
Ainda não há.

Mercado e concorrentes:
“Nós iniciamos neste formato, então não consideramos concorrentes diretos”, diz Felipe. Como concorrentes indiretos, ele cita o ZAP Imóveis, OLX e Mercado Livre.

Maiores desafios:
Segundo Felipe, é “mudar a forma que o mercado mobiliário funciona no Brasil”. “Até o fim do ano, nossa meta é ter 50 mil, 30 mil imóveis cadastrados e cinco anunciantes”.

Faturamento:
Não informado.

Previsão de break-even:
Até o segundo semestre de 2017.

Visão de futuro:
“Tornar-se referencial de solução tecnológica para a compra, venda ou troca de imóveis entre particulares”, diz Felipe.

Onde encontrar:
Site

 

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