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A FindMe é uma plataforma de gestão online de vigilantes

- 14 de Fevereiro de 2018

Nome:
FindMe.

O que faz:
É uma plataforma de gestão online de equipes de vigilantes.

Que problema resolve:
Ajuda a monitorar o trabalho de vigilantes que atuam fora de uma base fixa.

O que a torna especial:
Segundo os sócios, a plataforma permite o monitoramento em tempo real por geolocalização, dificulta fraudes e disponibiliza um checklist de atividades e registro de ocorrências por meio do envio de fotos e textos.

Modelo de negócio:
Funciona no modelo SaaS, com uma assinatura mensal de 29,90 reais por vigilante monitorado.

Fundação:
Setembro de 2014.

Sócios:
Diogo Vinícius — CEO
Reginaldo Silva — CTO
Gabriel Ranyer — COO

Perfil do fundador:

Diogo Vinícius — 35 anos, Piracicaba (SP) — é formado em Direito pela Universidade de Fortaleza, com pós graduação em Direito Constitucional pela mesma instituição. Foi sócio do Albuquerque e Azevedo Escritório Jurídico. É presidente da Sectech Brasil (grupo de startups voltadas ao mercado de segurança patrimonial) e fundador do Conselho de Startups da Associação Brasileira de Empresas de Segurança.

Reginaldo Silva — 38 anos, Santos (SP) — é formado em Engenharia de Software e pós-graduado em Arquitetura em Nuvem pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Foi sócio-diretor da Softline Soluções e da Clarume Softwares.

Gabriel Ranyer — 20 anos, Natal (RN) — tem técnico em Administração pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte e formação como vendedor profissional pelo Instituto Brasileiro de Vendas. Trabalhou na Nexa RN e foi COO da Blueye.

Como surgiu:
A FindMe surgiu como uma solução para monitoramento de crianças, idosos e pets. Mas durante o processo de validação, os fundadores perceberam que “o mercado de segurança era bastante carente de inovação e que as empresas deste setor sofriam para monitorar e acompanhar seus funcionários de campo.” Com base nestas informações, decidiram pivotar a ideia e focar apenas em uma solução para segurança patrimonial.

Estágio atual:
A plataforma conta com 40 clientes e monitora cerca de 1100 vigilantes.

Aceleração:
Foi acelerada pela ACE.

Investimento recebido:
No total, os sócios receberam 500 mil reais de investidores-anjos, da ACE e dos fundos Bossa Nova e GravaTech.

Necessidade de investimento:
Os empreendedores querem captar 800 mil reais para melhorar a plataforma.

Mercado e concorrentes:
“A segurança é a segunda maior preocupação dos brasileiros. Este mercado movimentou 50 bilhões de reais em 2015”, diz Diogo. Como principais concorrentes, ele cita as empresas Contronics, Deggy, Allabella, Performancelab e a Mobitraxx.

Maiores desafios:
“Educar este mercado à adoção de novas práticas e novas tecnologias é uma grande dificuldade, mas também é uma excelente oportunidade”, conta o CEO.

Faturamento:
100 mil reais (em 2017).

Previsão de break-even:
Junho de 2018.

Visão de futuro:
“Revolucionar o modelo de gestão operacional de equipes de empresas de segurança patrimonial do Brasil, monitorando 10% das operações até dezembro de 2019”, afirma Diogo.

Onde encontrar:
Site
Contato

 

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