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O Football for a Cause vende artigos usados por jogadores em prol de projetos educacionais

- 2 de janeiro de 2019

Nome:
Football for a Cause.

O que faz:
É uma plataforma que vende artigos usados por jogadores de futebol em prol de projetos educacionais.

Que problema resolve:
“Geralmente, esses artigos esportivos não possuem um destino definido após o uso, mas têm alto valor agregado para os torcedores. A partir de parcerias com jogadores e times de futebol, esses itens são recuperados e vendidos para gerar receita para instituições e projetos ligados à educação”, dizem os sócios.

O que a torna especial:
Segundo o fundador, além de gerar recurso financeiro através do aproveitamento de artigos esportivos que não tinham seu potencial explorado, parte da receita é utilizada para apoiar projetos educacionais de impacto, reforçando o papel do futebol como ferramenta de transformação social.

Modelo de negócio:
O Football for a Cause fica com 50% do valor das vendas efetuadas na plataforma e destina o restante para os projetos apoiados.

Fundação:
Novembro de 2016.

Sócios:
André Georges — Fundador
Célio Belém — Responsável pelo setor jurídico
Fábio Justino — Responsável pela estratégia e parcerias com times/jogadores
Laiana Ferrari — Responsável pelo Marketing
Manuella Carvalho — Responsável pela área de TI.

Perfil do fundador:

André Georges — 25 anos, Rio de Janeiro (RJ) — é mestre em Engenharia Naval pela Grand École ENSTA. Trabalhou no estaleiro CNOI, nas Ilhas Maurício (África), e na consultoria naval Vicus dt, na Espanha.

Como surgiu:
André conta que a ideia do Football for a Cause surgiu em 2016, enquanto assistia a uma partida de futebol em Barcelona e viu torcedores oferecerem entre 50 e 100 euros por uma garrafa de água utilizada pelo um atleta Andrés Iniesta. Neste momento, ele conta que enxergou o potencial financeiro desses itens esportivos. “Imagine quanto os torcedores estão dispostos a pagar por um material esportivo utilizado durante partida do seu time do coração? E se pudéssemos usar esse potencial mercado para gerar recursos e mudar a realidade em que vivemos?”, diz o fundador. Em 2017, a primeira parceria foi fechada. Ele conta que, com a venda de uma camisa do jogador Luciano Castan, então no time francês Stade Brestois 29, foi possível finalizar a construção de uma escola no Malawi.

Estágio atual:
O negócio social já impactou mais de 110 pessoas a partir do financiamento de dois projetos educacionais, um no Malawi e outro no Brasil. No último mês de novembro, o Football for a Cause  foi vencedor do programa ProLíder, voltado para o desenvolvimento de jovens lideranças e empreendimentos de impacto social. Times como Flamengo, Bahia e Santos já disponibilizaram camisas para serem vendidas na plataforma.

Aceleração:
A empresa é acelerada pelo programa CrowdRio, em parceria com a fundação Telefônica e o Parque tecnológico da UFRJ, e pelo Instituto Four, responsável pelo programa ProLíder.

Investimento recebido:
Somados o aporte feito pelo próprio fundador e prêmios em dinheiro recebidos em dois concursos de empreendedorismo, o investimento inicial foi de 18 mil reais.

Necessidade de investimento:
O fundador quer captar 300 mil reais para cobrir os principais custos com marketing, criação e manutenção da plataforma.

Mercado e concorrentes:
“É um mercado ainda pouco explorado no Brasil e que pode ser utilizado para tornar uma das maiores paixões nacional em uma grande ferramenta de transformação social”, fala André. Ele diz que a empresa possui importantes concorrentes indiretos, como as fundações dos times e jogadores de futebol, lojas convencionais de material esportivo e especializadas em leilão de camisas de futebol.

Maiores desafios:
“A maior dificuldade do negócio é a entrada no meio do futebol, pois o acesso a pessoas que trabalham na área, como dirigentes de clubes, empresários, grandes patrocinadores de equipamentos esportivos e, principalmente, os próprios jogadores, ainda é muito restrito no Brasil”, afirma o fundador.

Faturamento:
“No curto período de efetiva atuação, foram realizadas três vendas, gerando uma receita de 1.200 reais”, diz André.

Previsão de break-even:
1º semestre de 2020.

Visão de futuro:
“Queremos expandir o mesmo modelo de negócio para outros esportes e atividades de entretenimento (shows, teatro, concertos musicais, entre outros) e nos tornarmos, até 2023, uma das dez empresas brasileiras que mais investe em educação no país”, conta o empreendedor.

Onde encontrar:
Site
Contato

 

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